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	<title>Arquivos Telemarketing - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Telemarketing - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Consumidor que recebe ligações abusivas de telemarketing deve ser indenizado</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/ligacoes-abusivas-de-telemarketing/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2020 20:02:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[Telemarketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O entendimento é da 4ª Turma Cível do TJDFT ao analisar recurso da Editora Abril. A atividade de telemarketing que viola o sossego e a intimidade do consumidor respalda a compensação por dano moral. O entendimento é da 4ª Turma Cível do TJDFT ao analisar recurso da Editora Abril. Consta nos autos que o autor, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">O entendimento é da 4ª Turma Cível do TJDFT ao analisar recurso da Editora Abril.</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A atividade de telemarketing que viola o sossego e a intimidade do consumidor respalda a compensação por <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/justica-confirma-dano-moral-e-estetico-a-vitima-de-erro-medico-no-sul-do-estado/">dano mora</a>l. O entendimento é da 4ª Turma Cível do TJDFT ao analisar recurso da Editora Abril.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consta nos autos que o autor, após cancelar a assinatura de uma das revistas da editora, começou a receber diversas e constantes ligações com ofertas de renovação. Ele conta que as ligações eram feitas por números diferentes, o que impossibilitou que fizesse o bloqueio. Diante disso, requer que a empresa seja condenada a se abster de efetuar ligações telefônicas para o número de sua titularidade e a indenizá-lo pelos danos morais causados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juízo da 2ª Vara Cível de Brasília julgou procedente o pedido da autora. A editora Abril recorreu, afirmando que não há dano moral a ser indenizado. A ré argumenta que não expôs o consumidor a constrangimento ou ameaça.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Ao analisar o recurso, os desembargadores explicaram que as ações de “telemarketing” são uma estratégia empresarial legítima, mas que podem ser consideradas abusivas quando trazem importunação indevida aos consumidores. Para os magistrados, no caso, houve “exercício abusivo do direito de oferta que resultou em dano moral passível de compensação pecuniária”.</p></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Tem-se por verdadeira, à luz desse regramento legal, a afirmação do apelado de que, por várias semanas, recebeu incontáveis ligações diárias de números diversos realizadas com o fim de demovê-lo da iniciativa de cancelar a assinatura. (&#8230;) Na hipótese em que a atividade de telemarketing viola o sossego, o descanso e a própria intimidade do consumidor, termina por afetar direitos da sua personalidade e, por conseguinte, respalda compensação por dano moral”, ressaltaram.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, a Turma deu parcial provimento ao recurso da editora e fixou a compensação por dano moral em R$ 2 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PJe2: 0730867-96.2019.8.07.0001</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/consumidor-que-recebe-ligacoes-abusivas-de-telemarketing-deve-ser-indenizado" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Funcionária que tinha cinco minutos para ir ao banheiro será indenizada</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/funcionaria-que-tinha-cinco-minutos-para-ir-ao-banheiro-sera-indenizada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 15:36:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[banheiro]]></category>
		<category><![CDATA[empregado]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[telefonia]]></category>
		<category><![CDATA[Telemarketing]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As pausas eram controladas pelo sistema de informática da empresa. A 8ª turma do TST &#8211; Tribunal Superior do Trabalho condenou uma empresa de teleatendimento, de Palmas/TO, a pagar indenização de R$ 5 mil a uma operadora de telefonia que tinha apenas cinco minutos para ir ao banheiro. Segundo o colegiado, a restrição imposta pelo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading"> As pausas eram controladas pelo sistema de informática da empresa.  </h4>



<p class="wp-block-paragraph"> A  8ª turma do TST &#8211; Tribunal Superior do Trabalho condenou uma empresa de  <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-de-telemarketing-e-condenada-indenizar-ex-funcionaria-vitima-de-assedio-moral/">teleatendimento</a>, de Palmas/TO, a pagar indenização de R$ 5 mil a uma  operadora de telefonia que tinha apenas cinco minutos para ir ao  banheiro. Segundo o colegiado, a restrição imposta pelo empregador, em  detrimento da satisfação das necessidades fisiológicas do empregado,  pode configurar lesão a sua integridade. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cinco minutos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na
 reclamação trabalhista, a operadora descreveu que a empresa limitava as
 idas ao banheiro, já contado o tempo de permanência, a &#8220;no máximo, 
cinco minutos&#8221;. O controle, explicou, era feito pelo sistema de 
informática: para sair do posto de trabalho, os empregados tinham de 
apertar a tecla &#8220;pausa banheiro&#8221;. &#8220;Então, o sistema enviava uma mensagem
 para o supervisor, registrando o nome e a contagem do tempo&#8221;, afirmou. 
Ultrapassados os cinco minutos, &#8220;aparecia no monitor uma mensagem de 
alerta com a informação em vermelho &#8216;pausa estourada'&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Procedimento normal</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por
 sua vez, a empresa sustentou que não havia nenhum procedimento de 
fiscalização, controle ou punição de seus funcionários em razão das idas
 necessárias ao banheiro. Segundo a empresa, a inserção da pausa no 
sistema pelo próprio operador visava evitar que novas ligações fossem 
redirecionadas ao posto de atendimento, &#8220;tratando-se apenas de mecanismo
 para gestão do funcionamento da empresa&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prática ilícita</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O
 juízo de primeiro grau e o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª região 
acataram o pedido. A avaliação do TRT foi de que, apesar de não ser 
necessária a autorização, o conjunto de provas demonstrava a prática de 
limitar, de forma abusiva, a utilização do banheiro. &#8220;Persiste o 
constrangimento decorrente da situação que exacerba a importância das 
pausas, controláveis pelos supervisores em painel&#8221;, observa a decisão, 
que arbitrou a indenização em R$ 10 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desproporcional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo
 a relatora do recurso da empresa, ministra Dora Maria da Costa, a 
decisão do TRT está em conformidade com a jurisprudência do TST sobre a 
matéria. Todavia, S. Exa. considerou o valor fixado para indenização 
&#8220;excessivo e desproporcional às peculiaridades do caso concreto&#8221;. 
Segundo a ministra ainda que a conduta da empresa seja repreensível, o 
valor de R$ 5 mil é mais razoável e compatível com a hipótese dos autos e
 com decisões da turma em situações semelhantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi unânime.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Processo: <a href="http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=4500&amp;digitoTst=37&amp;anoTst=2017&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=10&amp;varaTst=0802&amp;submit=Consultar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">4500-37.2017.5.10.0802</a></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://migalhas.uol.com.br/quentes/335119/funcionaria-que-tinha-cinco-minutos-para-ir-ao-banheiro-sera-indenizada" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Migalhas (abre numa nova aba)">Migalhas</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Empresa de telemarketing é condenada a indenizar ex-funcionária vítima de assédio moral</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-de-telemarketing-e-condenada-indenizar-ex-funcionaria-vitima-de-assedio-moral/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Oct 2017 15:03:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[assédio]]></category>
		<category><![CDATA[assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Queiroz Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Empresam Funcionário]]></category>
		<category><![CDATA[funcionária]]></category>
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		<category><![CDATA[Tribunal Superior do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma empresa de telemarketing deverá indenizar uma ex-funcionária que sofria assédio moral pela supervisora enquanto trabalhava no local. A decisão é do juiz do Trabalho Wildner Izzi Pancheri, da 5ª vara de Santos/SP. A telefonista ajuizou ação trabalhista alegando que teria sofrido assédio moral no emprego. Assim, pleiteou a rescisão indireta do contrato e a reparação das [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma empresa de telemarketing deverá indenizar uma ex-funcionária que sofria assédio moral pela supervisora enquanto trabalhava no local. A decisão é do juiz do Trabalho Wildner Izzi Pancheri, da 5ª vara de Santos/SP.</p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">A telefonista ajuizou ação trabalhista alegando que teria sofrido assédio moral no emprego. Assim, pleiteou a rescisão indireta do contrato e a reparação das lesões relatadas.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Como consta nos autos, uma depoente testemunhal alegou que a supervisora teria xingado a funcionária, usando palavrões, a rebaixando e rindo dela, além de proibi-la de ir ao banheiro.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Ao analisar o caso, o magistrado considerou que a reclamante havia sofrido advertências e suspensões, a maioria aplicada &#8220;com um rigorismo patronal injustificável&#8221;. </span><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Para Pancheri, o assédio sofrido prejudicava o trabalho da funcionária, o que o leva à conclusão de que muitas punições, advertências e suspensões seriam inaceitáveis.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Sendo assim, entendeu pela cassação da dispensa motivada, declarando nulo o contrato indiretamente rescindido. O magistrado também condenou a empresa ao pagamento de indenização relativa a seguro-desemprego, aviso prévio, 13º salário, férias proporcionais, além de R$ 10 mil por danos morais.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">O advogado Iraé de Almeida Silva defendeu a ex-funcionária no caso.</span></p>
<ul>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><u>Processo</u>: 1001518-93.2016.5.02.0445</span></div>
</li>
</ul>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Confira a <a href="http://www.migalhas.com.br/arquivos/2017/10/art20171023-06.pdf" target="_blank" rel="noopener">íntegra da decisão</a>.</span></p>
<p align="justify"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI267681,91041-Empresa+de+telemarketing+e+condenada+a+indenizar+exfuncionaria+vitima" target="_blank" rel="noopener">Migalhas</a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-de-telemarketing-e-condenada-indenizar-ex-funcionaria-vitima-de-assedio-moral/">Empresa de telemarketing é condenada a indenizar ex-funcionária vítima de assédio moral</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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