<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Trabalhar - Costa Queiroz Advogados</title>
	<atom:link href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/trabalhar/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/trabalhar/</link>
	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
	<lastBuildDate>Sun, 04 Feb 2018 23:03:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2026/03/cropped-ICON_CQ-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Trabalhar - Costa Queiroz Advogados</title>
	<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/trabalhar/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Trabalhar no campo desde criança dá direito a benefício previdenciário, diz juiz</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhar-no-campo-desde-crianca-da-direito-beneficio-previdenciario-diz-juiz/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhar-no-campo-desde-crianca-da-direito-beneficio-previdenciario-diz-juiz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Feb 2018 23:03:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[Advgada]]></category>
		<category><![CDATA[Advoado]]></category>
		<category><![CDATA[beneficio]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Queiroz Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rj]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=3569</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quem trabalha no campo desde cedo tem direito de receber benefício previdenciário se ficar doente. Esse é o entendimento do juízo da Vara Cível da Comarca de Tarauacá (AC), que julgou procedente o pedido de uma seringueira para condenar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ao pagamento de aposentadoria por invalidez. Entendendo que a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhar-no-campo-desde-crianca-da-direito-beneficio-previdenciario-diz-juiz/">Trabalhar no campo desde criança dá direito a benefício previdenciário, diz juiz</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem trabalha no campo desde cedo tem direito de receber benefício previdenciário se ficar doente. Esse é o entendimento do juízo da Vara Cível da Comarca de Tarauacá (AC), que julgou procedente o pedido de uma seringueira para condenar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ao pagamento de aposentadoria por invalidez.</p>
<p>Entendendo que a legislação previdenciária tem caráter protetivo e contributivo aos trabalhadores, o juiz determinou ao INSS a implantação do benefício no prazo de 30 dias, sob pena de multa diária no valor de R$ 500, limitada ao prazo de 30 dias, a reverter em favor da parte autora.</p>
<p>Nascida no Seringal Esperança, na zona rural do município de Tarauacá, a autora contou que é filha de trabalhadores rurais e que começou a trabalhar com apenas 10 anos de idade para ajudar seus pais, tendo atuado no campo por toda a vida até ficar doente. Alegou ainda sofrer de problemas na coluna, com fortes dores nas pernas e fraqueza, sem condições de continuar a trabalhar.</p>
<p>O juiz de Direito Guilherme Fraga disse que o conjunto probatório confirmou que as doenças incapacitam a trabalhadora de conseguir seus sustento. Nos autos, há prova material do exercício de atividade rural, também a qualidade de segurada, a qual comprova que trabalhou como rurícola em regime de economia familiar pelo período anterior ao requerimento.</p>
<p>O pagamento do respectivo benefício mensal, inclusive sobre o 13º salário, terá data fixada a partir do ajuizamento da ação, atualizado por juros de mora e correção monetária. <em>Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-AC. </em></p>
<h4>Fonte: <a href="https://www.conjur.com.br/2018-jan-22/trabalhar-campo-crianca-direito-beneficio-previdenciario" target="_blank" rel="noopener">Conjur</a></h4>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhar-no-campo-desde-crianca-da-direito-beneficio-previdenciario-diz-juiz/">Trabalhar no campo desde criança dá direito a benefício previdenciário, diz juiz</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhar-no-campo-desde-crianca-da-direito-beneficio-previdenciario-diz-juiz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Normas coletivas de empregados de hospitais não se aplicam a trabalhadores em casa de idosos</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/normas-coletivas-de-empregados-de-hospitais-nao-se-aplicam-trabalhadores-em-casa-de-idosos/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/normas-coletivas-de-empregados-de-hospitais-nao-se-aplicam-trabalhadores-em-casa-de-idosos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2017 18:34:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[CPC/2015]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[empregado]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[hospital]]></category>
		<category><![CDATA[idoso]]></category>
		<category><![CDATA[Normas Coletivas]]></category>
		<category><![CDATA[Parcelas Salariais]]></category>
		<category><![CDATA[Salário]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sindesc]]></category>
		<category><![CDATA[Súmula]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhar]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=3403</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para o TRT-PR, a casa de repouso é uma unidade asilar, e não hospitalar. A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de recurso do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Curitiba e Região Metropolitana (Sindesc) contra decisão que julgou improcedente o pedido de pagamento de parcelas salariais aos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/normas-coletivas-de-empregados-de-hospitais-nao-se-aplicam-trabalhadores-em-casa-de-idosos/">Normas coletivas de empregados de hospitais não se aplicam a trabalhadores em casa de idosos</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Para o TRT-PR, a casa de repouso é uma unidade asilar, e não hospitalar.</em></p>
<p>A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de recurso do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Curitiba e Região Metropolitana (Sindesc) contra decisão que julgou improcedente o pedido de pagamento de parcelas salariais aos empregados da Casa de Repouso Cura Natural Ltda.</p>
<p>As verbas foram definidas em normas coletivas assinadas com o Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Paraná (Sindipar). Segundo o Sindesc, sua representatividade abrangeria todos os empregados em  serviços de nível  médio, elementar e administrativo em hospitais, casas de saúde, consultórios médicos e odontológicos, clínicas, ambulatórios e demais estabelecimentos de serviços de saúde.</p>
<p>A casa de repouso, em sua defesa, apresentou convenções coletivas para demonstrar que sua negociação se dava com com o Sindicato dos Empregados em Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis, Turismo, Salões de Beleza, Igrejas, Lavanderias de Curitiba e Região (Seclitus), que abrange os empregados em igrejas, creches, asilos, orfanatos, casa de menores e casa de idosos, entre outros.</p>
<p>O Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR), ao manter a sentença que julgou improcedente o pedido, ressaltou que a casa de repouso “é uma unidade asilar, e não hospitalar”. Sem provar que a atividade preponderante é a prestação de serviços de saúde, seus empregados não podem ser representados pelo sindicato que abrange os trabalhadores de hospitais e estabelecimentos de saúde. Para o TRT, a instituição integra a categoria representada pelo Seclitus e, não tendo o Sindesc firmado convenção coletiva com esta entidade, não é possível o enquadramento dos seus empregados nas atividades exercidas pelos representados do sindicato que ajuizou a ação.</p>
<h3><b>TST</b></h3>
<p>O relator do recurso do Sindesc ao TST, ministro Mauricio Godinho Delgado, salientou que, pelas premissas fáticas assentadas pelo TRT, não há como alterar o enquadramento sindical. “Afirmando a instância ordinária, quer pela sentença, quer pelo acórdão, não serem aplicáveis ao caso em análise as normas coletivas firmadas entre o Sindesc e o Sindipar, torna-se inviável, em recurso de revista, reexaminar o conjunto probatório dos autos, por não se tratar o TST de suposta terceira instância, mas de juízo rigorosamente extraordinário”, afirmou.</p>
<p>Godinho Delgado observou ainda que, nos termos do <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-processo-civil---cpc-2015-371" target="_blank" rel="noopener">artigo 371</a> do <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-processo-civil---cpc-2015-1" target="_blank" rel="noopener">Código de Processo Civil (CPC) de 2015</a>, que trata do princípio do convencimento motivado, o exame e a valoração dos elementos fáticos dos autos competem exclusivamente aos juízos de primeiro e segundo graus, e, conforme a <a href="https://juridmais.com.br/sumulas---tribunal-superior-do-trabalho-126" target="_blank" rel="noopener">Súmula 126</a> do TST, “é incabível recurso de revista para debater se foi correta ou não a avaliação da prova, sua valoração concreta ou, ainda, se está ou não provado determinado fato”.</p>
<p>A decisão foi unânime.</p>
<p><b>Processo: 1951-17.2015.5.09.0652</b></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/normas-coletivas-de-empregados-de-hospitais-nao-se-aplicam-a-trabalhadores-em-casa-de-idosos" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/normas-coletivas-de-empregados-de-hospitais-nao-se-aplicam-trabalhadores-em-casa-de-idosos/">Normas coletivas de empregados de hospitais não se aplicam a trabalhadores em casa de idosos</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/normas-coletivas-de-empregados-de-hospitais-nao-se-aplicam-trabalhadores-em-casa-de-idosos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em um mês, quase 40 motoristas conseguiram liminar na Justiça para trabalharem como Uber</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/em-um-mes-quase-40-motoristas-conseguiram-liminar-na-justica-para-trabalharem-como-uber/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/em-um-mes-quase-40-motoristas-conseguiram-liminar-na-justica-para-trabalharem-como-uber/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2017 13:40:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[CNH]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Queiroz Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[direito de trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[dirigir]]></category>
		<category><![CDATA[motorista]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhar]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[transporte]]></category>
		<category><![CDATA[uber]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=3225</guid>

					<description><![CDATA[<p>Liminares foram concedidas pelas 1ª e 2ª Varas de Fazenda Pública em Rio Branco. Decisão proíbe a fiscalização municipal de impedir o transporte. Para garantir o direito de dirigir como Uber, 39 motoristas entraram com mandados de segurança nas 1ª e 2ª Varas da Fazenda Pública em Rio Branco. O Tribunal de Justiça do Acre [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/em-um-mes-quase-40-motoristas-conseguiram-liminar-na-justica-para-trabalharem-como-uber/">Em um mês, quase 40 motoristas conseguiram liminar na Justiça para trabalharem como Uber</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5 class="content-head__subtitle" style="text-align: center;"><em>Liminares foram concedidas pelas 1ª e 2ª Varas de Fazenda Pública em Rio Branco. Decisão proíbe a fiscalização municipal de impedir o transporte.</em></h5>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="26">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para garantir o direito de dirigir como Uber, 39 motoristas entraram com mandados de segurança nas 1ª e 2ª Varas da Fazenda Pública em Rio Branco.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) informou ao <strong>G1</strong> que os pedidos foram registrados em setembro, <a href="https://g1.globo.com/ac/acre/noticia/motorista-ganha-na-justica-direito-de-trabalhar-como-uber-em-rio-branco.ghtml">quando saiu a primeira decisão favorável </a>a uma motorista que se sentia perseguida pelos órgãos de fiscalização.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na 1ª Vara, foram registrados seis mandados de segurança para garantir as liminares favoráveis aos motoristas da Uber, desses um com 12 autores. Já na 2ª Vara, foram seis liminares, sendo que uma continha 17 autores.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A primeira liminar datada no dia 13 de setembro abriu precedentes para que outros motoristas recorressem à Justiça <a href="https://g1.globo.com/ac/acre/noticia/apreensao-de-carro-da-uber-termina-com-protesto-e-tumulto-em-rio-branco.ghtml">após serem multados. </a>Eles alegam perseguição de mototaxistas, taxistas e até da Superintendência de Transportes e Trânsito de Rio Branco (RBTrans).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com a decisão favorável, a fiscalização municipal fica impossibilidade de apreender o veículo, multar ou reter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Na época, a Prefeitura foi enfática a informar que cumpria todas as ordens judiciais.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na decisão, em que concedia o direito a motorista de dirigir como Uber, o juiz Anastácio Menezes levou em consideração que o contrato de transporte por meio de aplicativo de celular é firmado entre dois particulares, o que é amparado em lei. Entendeu que a restrição “resultaria em grave ofensa à autonomia privada patrimonial”.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Portanto, segundo ele, se não há lei regulamentadora, entende-se que a atividade esteja permitida.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Fonte:</strong> <a href="https://g1.globo.com/ac/acre/noticia/em-um-mes-quase-40-motoristas-conseguiram-liminar-na-justica-para-trabalharem-como-uber.ghtml" target="_blank" rel="noopener">G1</a></p>
</div>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/em-um-mes-quase-40-motoristas-conseguiram-liminar-na-justica-para-trabalharem-como-uber/">Em um mês, quase 40 motoristas conseguiram liminar na Justiça para trabalharem como Uber</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/em-um-mes-quase-40-motoristas-conseguiram-liminar-na-justica-para-trabalharem-como-uber/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
