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	<title>Arquivos universidade - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<title>Arquivos universidade - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Universidade é condenada a indenizar aluno por propaganda enganosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2020 22:54:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[faculdade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Curso não poderia ter sido oferecido como graduação. A 41ª Vara Cível da Capital condenou, na última quinta-feira (24), universidade a indenizar, por danos morais, aluno que se inscreveu em graduação e ao final descobriu que não receberia diploma de ensino superior. A reparação foi arbitrada em R$10 mil. De acordo com os autos, o [&#8230;]</p>
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<h4 class="wp-block-heading">Curso não poderia ter sido oferecido como graduação.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 41ª Vara 
Cível da Capital condenou, na última quinta-feira (24), universidade a 
indenizar, por danos morais, aluno que se inscreveu em graduação e ao 
final descobriu que não receberia diploma de ensino superior. A 
reparação foi arbitrada em R$10 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De  acordo com os autos, o autor da ação concluiu “Visagismo e Terapia  Capilar”, oferecido pela universidade como <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/faculdade-tera-de-disponibilizar-acesso-as-aulas-e-provas-online-a-estudante-inadimplente/">graduação</a> na modalidade  tecnólogo. Para o juiz Marcelo Augusto Oliveira, em momento algum o  curso poderia ser equiparado a uma graduação, por força do disposto na  lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“É  indiscutível que o autor foi afetado pela falha na prestação de serviços  da requerida, visto que foi induzido a acreditar que se tratava de um  curso de graduação, quando na verdade o curso não se enquadra em tal  categoria”, afirmou o magistrado. “A conduta da requerida se amolda  perfeitamente ao disposto na lei consumerista, notadamente propaganda  enganosa”, concluiu.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso da decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo nº 1110909-25.2019.8.26.0100</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/universidade-e-condenada-a-indenizar-aluno-por-propaganda-enganosa" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)">Jornal Jurid</a></strong></p>
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		<title>Instituição de ensino deve indenizar ex-aluno por propaganda enganosa</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/instituicao-de-ensino-deve-indenizar-ex-aluno-por-propaganda-enganosa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jul 2018 16:23:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Defesa do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
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		<category><![CDATA[Propaganda Enganosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudante teve habilitação em apenas uma área de atuação. A 25ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve sentença, da Comarca de Itapetininga, que condenou uma instituição de ensino a indenizar em R$ 20 mil, a título de danos morais, ex-aluno por propaganda enganosa. A ré emitiu ao estudante diploma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Estudante teve habilitação em apenas uma área de atuação</strong><em>.</em></p>
<p>A 25ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve sentença, da Comarca de Itapetininga, que condenou uma <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/instituicao-de-ensino-e-condenada-a-indenizar-por-demora-em-fornecer-diploma/" target="_blank" rel="noopener">instituição de ensino</a> a indenizar em R$ 20 mil, a título de danos morais, ex-aluno por propaganda enganosa. A ré emitiu ao estudante diploma com habilitação para atuação em apenas uma área, diferentemente do que havia anunciado.</p>
<p>Consta dos autos que o rapaz firmou com a instituição contrato de prestação de serviços educacionais, tendo por objeto o curso de Educação Física com habilitação plena, conforme divulgado à época dos fatos. Entretanto, ao colar grau, obteve da ré graduação para atuar de forma delimitada e restrita, podendo exercer seu ofício apenas para o magistério da educação básica (ensinos fundamental e médio).</p>
<p>Ao julgar a apelação, a relatora, desembargadora Carmen Lúcia da Silva, afirmou que o caso representa “verdadeira propaganda enganosa”, uma vez que a ré, na condição de prestadora de serviço, deveria ter oferecido ao consumidor informação adequada e clara sobre o curso de “licenciatura plena” que oferecia, além das interpretações que, à época, existiam quanto à abrangência do grau universitário em questão e do bacharelado. “Está, pois, caracterizado o dever de indenizar. Os danos morais decorrem da expectativa frustrada do autor que, tendo investido tempo e dinheiro ao longo de três anos de curso, acreditou que seria habilitado tanto para o magistério em educação básica quanto para o exercício profissional em academias, clubes esportivos etc.”, escreveu.</p>
<p>O julgamento, unânime, contou com a participação dos desembargadores Hugo Crepaldi Neto e Vicente Antonio Marcondes D’Angelo.</p>
<p>Apelação nº <a href="https://esaj.tjsp.jus.br/cposg/search.do;jsessionid=A753183C9B708364F419B2FD47266235.cposg9?conversationId=&amp;paginaConsulta=1&amp;localPesquisa.cdLocal=-1&amp;cbPesquisa=NUMPROC&amp;tipoNuProcesso=UNIFICADO&amp;numeroDigitoAnoUnificado=1003603-48.2014&amp;foroNumeroUnificado=0269&amp;dePesquisaNuUnificado=1003603-48.2014.8.26.0269&amp;dePesquisa=&amp;uuidCaptcha#?cdDocumento=23" target="_blank" rel="noopener">1003603-48.2014.8.26.0269</a></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-49600-instituicao-ensino-deve-indenizar-exaluno-por-propaganda-enganosa" target="_blank" rel="noopener">SOS Consumidor</a></strong></p>
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		<title>Faculdade é condenada por oferecer curso não reconhecido pelo Ministério da Educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 May 2017 22:39:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Queiroz Advogados]]></category>
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		<category><![CDATA[universidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 5ª Câmara Civil do TJ confirmou condenação de instituição de ensino do sul do Estado ao pagamento de indenização em benefício de estudante, por descumprir contrato de prestação de serviços ao oferecer curso de nível superior sem o devido registro legal no Ministério da Educação. Tal fato só veio a público passado o primeiro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 5ª Câmara Civil do TJ confirmou condenação de instituição de ensino do sul do Estado ao pagamento de indenização em benefício de estudante, por descumprir contrato de prestação de serviços ao oferecer curso de nível superior sem o devido registro legal no Ministério da Educação. Tal fato só veio a público passado o primeiro semestre do curso de Farmácia, de modo que a aluna teve de romper o contrato e providenciar sua transferência para outra universidade, onde precisou frequentar novamente as matérias que já havia cursado na primeira instituição.</p>
<p>Em sua defesa, a faculdade disse que também foi surpreendida com a não homologação do curso pelo MEC, asseverou que devolveu as mensalidades quitadas pela acadêmica no primeiro semestre e sustentou que o fato não caracteriza dano moral mas sim mero aborrecimento. A câmara, contudo, manteve o entendimento de que a conduta da instituição de ensino foi ilegal, uma vez que ofereceu e ministrou curso antes mesmo de obter autorização para isso.</p>
<p>O pedido de registro foi indeferido não apenas pelo Ministério da Educação mas também pela Justiça Federal, ao julgar improcedente recurso da faculdade em busca da autorização. A desembargadora Cláudia Lambert de Faria foi a relatora da apelação. Ela confirmou o valor da indenização, arbitrada em R$ 8 mil. &#8220;Sem dúvida, é censurável a conduta da ré/apelante ao oferecer e ministrar curso de graduação não reconhecido pelo Ministério da Educação&#8221;, afirmou. A decisão foi unânime (Apelação Cível n. 0006909-52.2013.8.24.0004).</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-47265-faculdade-e-condenada-por-oferecer-curso-nao-reconhecido-pelo-ministerio-educacao" target="_blank" rel="noopener noreferrer">SOS Consumidor</a></p>
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