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	<title>Arquivos vacinação - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos vacinação - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Pais são obrigados a vacinar seus filhos?</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/pais-sao-obrigados-a-vacinar-seus-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Mar 2022 16:32:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Paulo Akiyama. Pais são obrigados a vacinar seus filhos? &#8211; Desde que se iniciou a campanha de vacinação de crianças de 5 a 11 anos de idade contra a COVID-19, pais negativistas expressaram contrário a vacinação. Notícias Fake circularam e circulam nas mídias sociais informando que as vacinas a serem aplicadas eram testes, experimentos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Por Paulo Akiyama.</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pais são obrigados a vacinar seus filhos?</strong> &#8211; Desde que se iniciou a campanha de vacinação de crianças de 5 a 11 anos de idade contra a COVID-19, pais negativistas expressaram contrário a vacinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Notícias Fake circularam e circulam nas mídias sociais informando que as vacinas a serem aplicadas eram testes, experimentos, bem como, prejudicial à saúde da criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Daí surgiram as dúvidas: Os pais são obrigados a vacinar seus filhos?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta é simples, de acordo com a lei (Estatuto da Criança e Adolescente – Constituição Federal) os pais não podem deixar de aplicar as vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde, Estados e Municípios, sob pena de estarem cometendo ato ilícito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente o STF julgou se pais podem deixar de vacinar seus filhos menores de idade com fundamento em convicções filosóficas, religiosas, morais e existenciais, e fixou a seguinte tese: &#8220;É constitucional a obrigatoriedade de imunização por meio de vacina que, registrada em órgão de vigilância sanitária, (a) tenha sido incluída no Programa Nacional de Imunizações, ou (b) tenha sua aplicação obrigatória determinada em lei ou (c) seja objeto de determinação da União, Estado, Distrito Federal ou Município, com base em consenso médico-científico&#8221;. &#8220;Em tais casos, não se caracteriza violação à liberdade de consciência e de convicção filosófica dos pais ou responsáveis, nem tampouco ao poder familiar.&#8221;</p>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=14199&amp;action=edit">Cliente que sofreu queimadura em procedimento estético deve ser indenizada</a></li><li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=14196&amp;action=edit">Decisão do STJ sobre cobertura de planos de saúde pode prejudicar tratamento de pacientes</a></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, é nítido que não somente a vacina contra a Covid-19, mas as demais vacinas preventivas (sarampo, catapora, gripe etc.), são obrigatórias.<a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/pais-sao-obrigados-a-vacinar-seus-filhos#banner-apoiadores"></a><a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/pais-sao-obrigados-a-vacinar-seus-filhos#banner-apoiadores"></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de pais que não vacinaram seus filhos, há recomendação especifica que determina aquele que tem conhecimento de tal fato, denunciar ao Ministério Público, Conselho Tutelar ou qualquer outra autoridade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale lembrar que uma das obrigações da escola é fiscalizar se seus alunos estão todos com a carteira de vacinação em dia e se assim for constatado criança que não está vacinada, deve adotar medidas em relação a tal fato, sob pena de omissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso específico da vacina contra a Covid-19, aqueles pais que não completarem o ciclo de vacinação e seus filhos vierem a contrair o vírus, responderão pelo ato ilícito. A responsabilização dos pais neste caso, pode ser aplicado desde uma multa que varia de 3 a 20 salários-mínimos até eventual perda provisória do poder familiar (antigo pátrio poder) mas, se caso esta criança venha a falecer ou ter sequelas da doença, estes pais responderão criminalmente por lesão corporal ou mesmo homicídio culposo, apesar de alguns juristas entenderem ser doloso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este alerta é de suma importância, pois, mesmo com relaxamento de uso de máscaras no Estado de São Paulo e outros Estados, a Covid-19 não está erradicada, continua fazendo vítimas fatais e outras com serias sequelas, da mesma forma as demais doenças que são alvo de vacinas especificas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente foi apontado que o índice de crianças contaminadas cresceu, razão da campanha de vacinação infantil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, aos pais, mesmo que separados, devem zelar pela segurança sanitária de seus filhos, independente da convicção de cada uma a respeito das vacinas, devendo ainda saber que o ato de não vacinar é ilegal, portanto, sujeito a penalidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/pais-sao-obrigados-a-vacinar-seus-filhos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Projeto obriga planos de saúde a custearem vacinação de clientes durante pandemia</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/projeto-obriga-planos-de-saude-a-custearem-vacinacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2021 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Casos de Emergência]]></category>
		<category><![CDATA[Custeio]]></category>
		<category><![CDATA[Obrigação]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[PL 5553/20]]></category>
		<category><![CDATA[Planos de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autora da proposta prevê que o governo não poderá ofertar gratuitamente vacinação para toda a população. O Projeto de Lei 5553/20 obriga operadoras de planos de saúde privados a ofertarem vacinação aos clientes em casos de emergência de saúde pública de importância internacional. O texto tramita na Câmara dos Deputados. Autora da proposta, a deputada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Autora da proposta prevê que o governo não poderá ofertar gratuitamente vacinação para toda a população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Projeto de Lei 5553/20 obriga operadoras de planos de saúde privados a ofertarem vacinação aos clientes em casos de <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-deve-indenizar-paciente-por-negativa-de-cobertura/">emergência de saúde</a> pública de importância internacional. O texto tramita na Câmara dos Deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Autora da proposta, a deputada Rejane Dias (PT-PI) cita como exemplo a pandemia de Covid-19, cuja corrida pela imunização teve início em janeiro de 2021 com a autorização para uso das primeiras vacinas contra o novo coronavírus.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Como o poder público não poderá ofertar gratuitamente a vacina para toda a população, devendo priorizar grupos em que a doença pode representar mais risco à saúde, pretendemos garantir a pessoas que pagam planos de saúde o acesso à imunização contra a Covid-19”, diz a deputada.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/projeto-obriga-planos-de-saude-a-custearem-vacinacao-de-clientes-durante-pandemia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
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		<title>Vacinação contra a Covid-19 no Brasil: veja perguntas e respostas</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/vacinacao-contra-a-covid-19-no-brasil-veja-perguntas-e-respostas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 16:36:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Perguntas]]></category>
		<category><![CDATA[Respostas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando começa? É obrigatória? Precisa pagar? Existe vacina melhor do que outra? Tire suas dúvidas. A enfermeira Mônica Calazans foi a primeira pessoa a tomar uma vacina contra a Covid-19 no Brasil sem ser em um teste clínico. Ela recebeu uma dose da CoronaVac em São Paulo minutos após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Quando começa? É obrigatória? Precisa pagar? Existe vacina melhor do que outra? Tire suas dúvidas.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A enfermeira Mônica Calazans foi a primeira pessoa a tomar uma <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/vacinas-contra-a-covid-19/">vacina contra a Covid-19 no</a> Brasil sem ser em um teste clínico. Ela recebeu uma dose da CoronaVac em São Paulo minutos após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso emergencial, em Brasília. Além da CoronaVac, a vacina de Oxford também poderá ser aplicada emergencialmente no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, recebe uma dose da vacina CoronaVac contra a Covid-19 no Hospital das Clínicas, em São Paulo, depois que a Anvisa aprovou seu uso emergencial neste domingo (17). Ela foi a primeira pessoa vacinada no país — Foto: Amanda Perobelli/Reuters</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abaixo, veja 15 perguntas e respostas sobre a vacinação no Brasil:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>1 &#8211; Quando começa a vacinação no Brasil?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informou que a vacinação contra a Covid-19 deve iniciar a partir da tarde de 18 de janeiro, segunda-feira, em todo o país. A previsão é que a aplicação comece às 17h, segundo Pazuello.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O anúncio foi feito após ele sofrer pressão dos governadores, que pediram para antecipar o início da aplicação das doses, inicialmente previsto para esta quarta-feira (20).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num primeiro momento, o governo federal usará a CoronaVac. São 6 milhões de doses importadas da China que já estão no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras 2 milhões de doses da vacina de Oxford devem chegar da Índia, mas não se sabe quando. A operação de translado que seria no fim de semana fracassou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em São Paulo, o governador João Doria já havia começado a vacinar. Mais de 100 profissionais de saúde foram imunizados no domingo com a CoronaVac. Nesta segunda (18), doses serão enviadas a 6 hospitais de referência no estado. O Hospital das Clínicas, na capital, montou uma megaoperação para vacinar 30 mil funcionários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Importante lembrar que a vacinação, no momento, é emergencial e restrita. Há regras específicas (veja aqui). A autorização da Anvisa vale para 8 milhões de doses. Não há como vacinar a população em geral por enquanto.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>2 &#8211; Preciso levar algum documento ou me cadastrar em algum site?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Não. Todas as pessoas serão vacinadas, mesmo que não apresentem algum documento. Basta comprovar que pertence ao grupo prioritário correspondente à fase da vacinação. No entanto, para fazer o controle, o Ministério da Saúde diz que é importante informar o número do CPF ou apresentar o Cartão Nacional de Saúde (CNS) – o Cartão do SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso a pessoa não esteja cadastrada nas bases de dados do Ministério da Saúde, o profissional no posto de saúde poderá registrá-lo no momento do atendimento.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>3 &#8211; É verdade que o Ministério da Saúde está fazendo um agendamento para receber a vacina?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Não. Em nota, o Ministério da Saúde disse que não realiza agendamento para aplicação de nenhum tipo de vacina, e nem envia códigos para celular dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>4 &#8211; Quais vacinas serão aplicadas no Brasil?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Por enquanto, duas vacinas foram aprovadas para uso emergencial: a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e a vacina de Oxford, desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>5 &#8211; Quais serão os grupos prioritários?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o plano nacional de imunização do governo, as prioridades da campanha de vacinação são:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; trabalhadores da área de Saúde;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; idosos (acima de 60 anos);</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; indígenas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; pessoas com comorbidades;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; professores (do nível básico ao superior);</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; profissionais de forças de segurança e salvamento;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; funcionários do sistema prisional;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; comunidades tradicionais ribeirinhas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; quilombolas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; trabalhadores do transporte coletivo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; pessoas em situação de rua;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; população privada de liberdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo de São Paulo, que tem um plano próprio de vacinação, vai começar com profissionais de saúde, indígenas e quilombolas. Depois, virão pessoas com mais de 75 anos (<a href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/01/06/governo-de-sp-preve-vacinacao-contra-covid-19-de-7h-as-22h-de-segunda-a-sexta-e-em-horario-reduzido-aos-finais-de-semana.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">veja detalhes</a>).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>6 &#8211; Quais serão as fases de vacinação?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o plano nacional de imunização, as três primeiras fases incluem os seguintes grupos:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Primeira fase:</strong>&nbsp;trabalhadores de saúde; pessoas de 75 anos ou mais; pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas; população indígena aldeado em terras demarcadas aldeada; povos e comunidades tradicionais ribeirinhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segunda fase:</strong>&nbsp;Pessoas de 60 a 74 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Terceira fase:</strong>&nbsp;pessoas com comorbidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não está definido em qual fase serão inseridos os demais grupos prioritários. Segundo o governo, a decisão depende de aprovação das vacinas e disponibilidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>7 &#8211; Por que a vacinação é importante?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais gente se vacinar logo no início, mais fácil será tratar eventuais pessoas que ainda não receberam suas doses e precisarão, portanto, de atendimento médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vacinas não garantem que o paciente não terá Covid-19 novamente, apenas diminuem a chance de infecção e também a gravidade da doença em relação às pessoas que não receberam. Por isso, mesmo os vacinados ainda poderão transmitir o coronavírus. O uso da máscara ainda será fundamental, assim como o isolamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nenhuma vacina é 100% eficaz. Você só consegue maior proteção quando a maior parte da população se vacina, porque quando tem muita gente vacinando, o vírus diminui a circulação e, então, acaba protegendo também quem não está vacinado. Por isso que não é &#8216;toma quem quer'&#8221;, disse Denise Garret, epidemiologista e vice-presidente do Instituto Sabin de Vacinas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>8 &#8211; A vacina será gratuita?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. A vacina será disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde, sem custos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>9 &#8211; Eu devo tomar a vacina mesmo que a eficácia dela não seja de 100%? Não é melhor esperar outras?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, você deve tomar a vacina mesmo que a eficácia dela não seja de 100%. Veja o que disseram os especialistas consultados pelo G1:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Primeiro: vem de graça pelo SUS – por que esperar se pode não esperar? Nada impede. O sistema imunológico vai ser ativado por qualquer vacina&#8221;, lembra Rodrigo Guerra, da UFSM.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Em geral, é preferível a vacina que está disponível. É melhor vacinar com uma menos eficaz do que esperar mais tempo por uma mais eficaz. Mas é uma situação bem complexa&#8221;, pondera Lucia Pellanda, da UFCSPA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nenhuma vacina tem eficácia de 100%. Tem eficácia de 90%, nenhuma é 100%. Tem que tomar a vacina que ofereça alguma proteção e que esteja disponível – não adianta sonhar com a vacina de 95% e ela não chegar. O risco a que eu vou ficar exposto em todo esse período é maior do que de já tomar a vacina com eficácia menor, mas com a qual eu garanto uma proteção. Para as formas um pouco mais graves, até foi uma proteção maior. Quem sabe ela proteja mais ainda para formas graves&#8221;, pontua Alexandre Zavascki, da UFRGS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As duas vacinas que estarão provavelmente disponíveis na semana que vem no Brasil [a CoronaVac e a de Oxford] são seguras e este é um fator essencial. Sendo segura, quanto mais pessoas tomarem a vacina, mas diminuímos o risco individual e coletivo e mais rápido chegaremos na imunidade coletiva&#8221;, explica Otavio Ranzani, médico intensivista e epidemiologista da USP.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>10 &#8211; Quanto tempo após tomar a vacina eu estarei imunizado contra a Covid-19?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo após as duas doses da vacina, nosso organismo não gera uma resposta imune imediata, explica o infectologista Jose Geraldo Leite Ribeiro, vice-presidente regional da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A proteção se dá um tempo após a aplicação da segunda dose, e esse tempo varia de acordo com cada vacina. Na maioria delas, a imunidade acontece a partir de dez ou vinte dias após a segunda dose”, afirma.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>11 &#8211; A vacinação contra a Covid-19 acabará com o coronavírus?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não se sabe. Em maio, a OMS afirmou que não há como prever quando se o coronavírus irá desaparecer um dia, mesmo com uma vacina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, ainda que a vacina não seja capaz de fazer o vírus desaparecer, ela será capaz de interromper as cadeias de transmissão e conter a disseminação entre as populações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão dos cientistas e da própria OMS é que o coronavírus se torne endêmico: à exemplo do que ocorre com o Influenza, que infecta novas pessoas todos os anos, o vírus continuará em circulação infectando aqueles que estiverem suscetíveis à Covid-19.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>12 &#8211; Posso ser infectado pelo coronavírus ao tomar a vacina?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Não, pois nenhuma vacina em testes contém o vírus vivo. “A vacina contra a Covid-19 é uma ‘vacina morta’, ou seja, são inativadas, não contém o vírus vivo. Portanto, é impossível você ser infectado ao se vacinar”, explica Ribeiro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>13 &#8211; A vacinação será obrigatória?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, as vacinas no Brasil já são &#8216;obrigatórias&#8217;. Em diversos estados e cidades brasileiras, quem quiser matricular filhos em colégios públicos, por exemplo, precisa mostrar cadernetas de vacinação em dia. A necessidade de apresentação de caderneta também é obrigatória para quem quer disputar cargos públicos no Brasil e imunização em dia é ‘condição necessária’ para quem se inscreve no Bolsa Família. Outro exemplo de “obrigatoriedade” é a vacina de febre amarela. Segundo a OMS, 127 países exigem a vacinação contra a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em dezembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a aplicação de medidas restritivas para quem se recusar a se vacinar contra a Covid-19. Eles entenderam que essas medidas são necessárias porque a saúde coletiva não pode ser prejudicada por decisão individual.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>14 &#8211; Quando teremos imunidade de rebanho com a vacinação?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda é difícil de definir o prazo para atingir a imunidade de rebanho das vacinas contra a Covid-19. Um dos motivos é a falta de definição de qual será a quantidade de doses por mês no Brasil, além de uma certa incerteza dos cientistas com relação à porcentagem da população que é necessária para barrar a transmissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A imunidade de rebanho acontece quando muitas pessoas adquirem anticorpos ou uma resposta imunológica a uma determinada doença infecciosa. O agente patogênico passa a encontrar menos pessoas sem imunidade e encontra dificuldade em se propagar, ou seja a cadeia de transmissão da enfermidade é interrompida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Ribeiro, é imprudente estimar quando e em qual taxa de população vacinada ocorrerá a imunidade de rebanho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Há autores que, por meio de modelos matemáticos, estimam que pelo menos 60% da população tem que ser vacinada para gerar imunidade de rebanho, mas é uma estimativa teórica. Eu não assinaria embaixo”, explica o infectologista da SBIm.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Geralmente, esse dado só é conhecido depois que se vacina grande parte da população e a acompanha durante 3 ou 4 anos&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fator a se considerar é que apenas os grupos de risco serão vacinados em 2021, uma parcela muito pequena da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A vacinação em 2021 não vai interferir na circulação do coronavírus. Além disso, temos que lembrar que nenhuma das vacinas em teste é 100% eficaz. Se uma vacina tem eficácia de 95%, como a da Moderna, por exemplo, quer dizer que a vacina falhou em cinco a cada cem pessoas vacinadas&#8221;, completa Ribeiro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>15 &#8211; Não sou grupo de risco, não sei quando serei vacinado pelo SUS. Poderei comprar a vacina em uma clínica particular?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não há uma previsão de quando as clínicas particulares conseguirão comprar lotes das vacinas contra a Covid-19 que forem aprovadas no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A orientação dos órgão de saúde nacionais e internacionais é que todas as doses produzidas pelos laboratórios neste primeiro momento sejam direcionadas aos governos, com a finalidade de garantir que as pessoas dos grupos de risco sejam imunizadas o mais breve possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a resposta para esta pergunta dependerá, entre outros fatores, da capacidade de produção e entrega pelas farmacêuticas para atender tanto os governos como as clínicas particulares.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/vacinacao-contra-a-covid-19-no-brasil-veja-perguntas-e-respostas-2021-01-18" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
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		<title>Senadores cobram do governo início de campanha nacional e plano de vacinação</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/senadores-cobram-do-governo-inicio-de-campanha-nacional-e-plano-de-vacinacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2020 19:34:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ans]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A indefinição do governo federal em relação a uma campanha nacional para dar início à vacinação dos brasileiros contra a covid-19 tem gerado críticas e cobranças por parte de senadores. Os parlamentares também exigem uma atuação rápida e segura da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na liberação das vacinas, de forma independente de divergências [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A indefinição do governo federal em relação a uma campanha nacional para dar início à vacinação dos brasileiros contra a <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/anvisa-aprova-regras-para-acelerar-registro-de-vacina-contra-covid/">covid-19</a> tem gerado críticas e cobranças por parte de senadores. Os parlamentares também exigem uma atuação rápida e segura da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na liberação das vacinas, de forma independente de divergências políticas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O ex-ministro da Saúde e senador José Serra (PSDB-SP) considerou inadmissível que a excelente base produtiva de vacinas brasileira, construída, segundo ele, a partir de uma visão estratégica de distintos governos, seja colocada em risco pela &#8220;desastrada e ineficiente condução do Ministério da Saúde&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O parlamentar informou que assinou, com outros dez ex-ministros, um artigo com críticas ao governo federal e exigindo vacina para todos, o mais rápido possível.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Por isso nós, ex-ministros, nos unimos para enfatizar que o país necessita de um plano sólido, abrangente, que contemple todas as vacinas que consigam registro na Anvisa, sem qualquer tipo de discriminação, para garantir a imunização de todos ao longo de 2021&#8221;, publicou no Twitter.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Ao lembrar que outros países estão muito à frente do Brasil — como o Reino Unido, que já iniciou a imunização dos britânicos —, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) destacou que os brasileiros contam com o SUS e sua longa experiência em programas de vacinação, visto que será necessária uma estratégia bem estruturada e com transparência na definição de prioridades.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Todo meu apoio aos governadores, que cobram do governo a imediata organização de um plano de vacinação. Essa pressão é fundamental para assegurar as providências que Bolsonaro se arrasta para adotar&#8221;, afirmou o parlamentar pelas redes sociais. </p></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Explicações</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Outro oposicionista, o senador Rogério Carvalho (PT-SE)&nbsp;disse que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, vai ter que explicar por que, enquanto o mundo inicia o processo de vacinação contra o coronavírus, o Brasil não conta sequer com um plano nacional de vacinação. No mesmo tom, o senador Jaques Wagner (PT-BA) também fez cobranças ao ministério:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;A guerra que o Brasil enfrenta hoje é contra o vírus. A arma definitiva é a vacina. Infelizmente, os generais que comandam a Saúde e a Casa Civil do governo federal não foram treinados para esta batalha e estão jogando contra. E quem perde são os brasileiros&#8221;, lamentou. </p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Para o senador Flávio Arns (Podemos-PR), a apresentação de um cronograma de imunização é urgente. Para para Paulo Paim (PT-RS), a lentidão do governo federal é inaceitável.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Autorização tácita</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O senador Antonio Anastasia (PSD-MG) lembrou que o Congresso Nacional aprovou a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/lei/L14006.htm">Lei 14.006/2020</a>, já em vigor, que permite que&nbsp;a importação e distribuição de medicamentos considerados essenciais para o combate à pandemia, desde que já registrados na agência sanitária correspondente dos Estados Unidos, Europa, Japão ou China.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anastasia destacou que uma emenda de autoria dele, e aprovada,&nbsp;estabelece que essa autorização deverá ser concedida pela Anvisa em até 72 horas, sendo automática caso esgotado o prazo sem manifestação da entidade.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Continuamos atentos e atuantes porque nada é mais importante que a vida, a saúde e a segurança de todos&#8221;, alertou. </p></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Otimismo</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), reiterou o anúncio feito pelo presidente Jair Bolsonaro de que qualquer vacina&nbsp;certificada pela Anvisa, independente da procedência, fará parte do plano de imunização do Brasil. O parlamentar também destacou a fala do ministro Eduardo Pazuello, que previu autorização especial e rápida para vacinas aprovadas em outros países.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;São notícias promissoras, que mostram o esforço do governo federal para ter acesso às vacinas reconhecidas em outros países e aplicá-las gratuitamente na população brasileira&#8221;, escreveu. </p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Já o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) demonstrou apoio a uma publicação da&nbsp;Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República, dizendo que nenhum país&nbsp;optou pela obrigatoriedade da imunização contra o coronavírus, nem mesmo os ditatoriais. A postagem diz ainda que, no Brasil, há quem queira obrigar a população a tomar às pressas uma vacina cuja segurança e eficácia nem sequer são conhecidas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Flávio Bolsonaro aproveitou também pra reproduzir publicação do presidente, dizendo que o Brasil vai oferecer vacinas de forma gratuita e voluntária após comprovada eficácia e registro da Anvisa.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Vamos proteger a população respeitando sua liberdade, e não usá-la para fins políticos, colocando sua saúde em risco por conta de projetos pessoais de poder&#8221;, disse o presidente da República.&nbsp;</p></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Autorização a estados</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Disposto a dar autonomia aos governadores e prefeitos, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apresentou um projeto de lei para que estados e municípios possam, diretamente, adquirir vacinas contra a covid-19 que já foram testadas e estão sendo aplicadas em outros países. Dessa forma, segundo ele, será possível começar quanto antes um programa de imunização.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias?p_p_id=materia_WAR_atividadeportlet&amp;p_p_lifecycle=0&amp;_materia_WAR_atividadeportlet_tipo=&amp;_materia_WAR_atividadeportlet_ano=2020&amp;_materia_WAR_atividadeportlet_numero=5436&amp;_materia_WAR_atividadeportlet_palavraChave=&amp;_materia_WAR_atividadeportlet_autor=&amp;_materia_WAR_atividadeportlet_siglasTipos=&amp;_materia_WAR_atividadeportlet_pesquisaAvancada=true&amp;_materia_WAR_atividadeportlet_p=1">PL 5.436/2020</a> também prorroga as medidas de enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da pandemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— Mesmo que o governo não queira, nós vamos lutar com todas as nossas forças pela vacina, em defesa da vida dos brasileiros e para que possamos logo nos ver livres do sofrimento — disse.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Polêmica</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Depois que o governador de São Paulo, João Doria, anunciou o início da vacinação contra a covid-19 em 25 de janeiro no estado de São Paulo, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, reuniu-se na terça-feira (8) com um grupo de governadores. Ele afirmou que o imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford deverá ganhar aprovação da Anvisa no fim de fevereiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/12/09/senadores-cobram-inicio-de-campanha-nacional-e-plano-de-vacinacao-do-governo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Senado</a></strong></p>
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		<title>Projeto cria rastreamento de vacinas e carteira digital de vacinação</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/projeto-cria-rastreamento-de-vacinas-e-carteira-digital-de-vacinacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 15:11:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[ministerio da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Único de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um projeto de lei recém apresentado no Senado cria processos de rastreamento de vacinas e soros no Sistema Único de Saúde (SUS) e uma carteira digital de vacinação. A proposta, do senador Eduardo Braga (MDB-AM), também dá transparência à distribuição territorial das vacinas no Brasil. Um dos objetivos do PL 5.217/2020 é evitar a interferência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um projeto de lei recém apresentado no Senado cria processos de rastreamento de vacinas e soros no Sistema Único de Saúde (SUS) e uma carteira digital de vacinação. A proposta, do senador Eduardo Braga (MDB-AM), também dá transparência à distribuição territorial das vacinas no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos objetivos do <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/145490">PL 5.217/2020</a> é evitar a interferência na autonomia dos estados e no <a href="https://portalarquivos.saude.gov.br/campanhas/pni/">Programa Nacional de Imunizações</a> (PNI), do Ministério da Saúde, que já é&nbsp;considerado bastante eficiente pelo autor da proposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Apesar disso, julgamos que se deve melhorar ainda mais as medidas de transparência e de acesso à informação no âmbito dos programas de vacinação, as ações de fiscalização e de controle da qualidade das vacinas e o monitoramento permanente de eventuais efeitos colaterais a elas”, justifica Braga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No texto, o senador ressalta as questões sobre a eficácia e a segurança das vacinas para a covid-19, que têm sido motivo de preocupação e de polêmicas, especialmente com a recente suspensão temporária de estudos relativos a alguns imunizantes para a averiguação de possíveis efeitos colaterais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, o projeto acrescenta ao PNI a carteira digital de vacinação e a transparência e publicidade como novos procedimentos, necessários em razão da<a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/passageiros-devem-ser-reembolsados-por-voo-cancelado-devido-coronavirus/"> pandemia do coronavírus</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rastreamento se refere à cadeia de movimentação dos produtos utilizados no programa, da origem ao consumo, abrangendo as etapas de fabricação, importação, distribuição, transporte, armazenagem e dispensação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Carteira</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A carteira de vacinação digital conterá a identificação do portador, as vacinas e os soros aplicados e pendentes, os fabricantes e lotes das vacinas e dos soros utilizados e os eventuais efeitos colaterais identificados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na vigência de estado de emergência em saúde pública no país, será dada ampla publicidade, na internet e em outros locais de fácil acesso, das informações sobre a distribuição dos lotes das vacinas e dos soros destinados ao controle da situação de emergência, da população alvo e de outras informações estabelecidas em regulamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acreditamos que essas medidas serão fundamentais para melhorar a qualidade do Programa Nacional de Imunizações, aumentar o controle social e diminuir as preocupações da população quanto à eficácia e segurança das vacinas, especialmente em períodos de emergência em saúde pública de importância nacional”, defendeu o senador.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/11/23/projeto-cria-rastreamento-de-vacinas-e-carteira-digital-de-vacinacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Senado (abre numa nova aba)">Agência Senado</a></strong></p>
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		<title>STF vai decidir se pais são obrigados a vacinar os filhos</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/stf-vai-decidir-se-pais-sao-obrigados-a-vacinar-os-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2020 18:14:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal – STF vai decidir se pais ou responsáveis são obrigados a vacinar os filhos menores de 18 anos. Por unanimidade, os ministros reconheceram existência de repercussão geral (Tema 1.103) com o Recurso Extraordinário com Agravo – ARE 1.267.879. A relatoria é do ministro Luís Roberto Barroso. Em agosto, Barroso propôs a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"> O Supremo Tribunal Federal – STF vai decidir se pais ou responsáveis  são obrigados a vacinar os <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/companheira-com-uniao-estavel-comprovada-tem-direito-a-dividir-pensao-por-morte-com-filho-do-falecido/">filhos</a> menores de 18 anos. Por unanimidade,  os ministros reconheceram existência de repercussão geral (Tema 1.103)  com o Recurso Extraordinário com Agravo – ARE 1.267.879. A relatoria é  do ministro Luís Roberto Barroso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">
	Em agosto, Barroso propôs a repercussão geral sobre a matéria, 
destacando as questões filosóficas, religiosas, morais e existenciais 
que envolvem a discussão. Ressaltou ainda o aspecto social, considerando
 a importância das políticas de vacinação infantil determinadas pelo 
Ministério da Saúde. Há também o aspecto político, reconhecendo o 
crescimento do movimento antivacina, e o aspecto jurídico para discutir a
 aplicação de diversos dispositivos da Constituição Federal sobre o 
tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">
	A saúde das crianças, entre outros direitos, está prevista no artigo 
227. Por outro lado, a Constituição também assegura a liberdade dos pais
 na condução da educação e do cuidado com a prole, conforme os artigos 
226 e 229, bem como a liberdade de consciência, de crença e de 
manifestação política, religiosa e moral, no artigo 5º, VI e VIII.</p>



<h4 class="wp-block-heading">
	<strong>Pais são veganos e ressaltaram acompanhamento médico do filho</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">
	No caso concreto em análise, o Ministério Público entrou com ação 
contra os pais de um menino, residentes em São Paulo, para obrigá-los a 
seguir o calendário de vacinação. O melhor interesse estava acima da 
vontade da família, de acordo com a argumentação do MP. A 
obrigatoriedade foi negada em primeira instância, sob o fundamento da 
liberdade dos pais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">
	O Tribunal de Justiça de São Paulo – TJSP reverteu, favorável ao 
entendimento do MP. No acórdão, a Corte afirmou que não há base 
científica que apontem riscos da vacinação infantil. Os movimentos 
antivacina, em contrapartida, trazem grave risco à cobertura imunológica
 de doenças infecciosas na sociedade, segundo o entendimento do 
Tribunal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">
	Os pais foram ao STF, argumentando que são veganos e o filho é 
saudável, faz acompanhamento médico, o que afastaria a alegação de 
negligência, uma vez ainda que a escolha pela não vacinação é 
ideológica. Em caso de reconhecimento da repercussão geral da questão 
constitucional, o agravo será convertido em Recurso Extraordinário.</p>



<h4 class="wp-block-heading">
	<strong>Especialista do IBDFAM alerta aos perigos do movimento antivacina</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">
	Em junho, por ocasião do Dia Mundial da Imunização, as divergências 
sobre o tema foram lembradas pelo Instituto Brasileiro de Direito de 
Família – IBDFAM. Matéria publicada à época destacou que o movimento 
antivacina vem repercutindo no ordenamento jurídico brasileiro, com 
jurisprudência e projetos de lei na tentativa de coibi-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> Presidente da Comissão de Biodireito e Bioética do IBDFAM, a advogada  Marianna Chaves vê o movimento antivacina com preocupação. Ela aponta  que o fenômeno existe há tempos e por razões diversas, que vão desde a  desinformação causada por teorias infundadas até doutrinações  religiosas. A especialista elencou precedentes históricos sobre a  discussão e avaliou os impactos da pandemia do <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/coronavirus-justica-nega-pedido-de-suspensao-de-parcelas-de-compra-de-veiculo/">Coronavírus</a> nessa  discussão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.ibdfam.org.br/noticias/7726/STF+vai+decidir+se+pais+s%C3%A3o+obrigados+a+vacinar+os+filhos" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="IBDFAM (abre numa nova aba)">IBDFAM</a></p>
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