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	<title>Arquivos Valores Debitados - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Valores Debitados - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Banco deverá restituir valores debitados em cartão de crédito clonado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2020 18:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Cartão de Crédito Clonado]]></category>
		<category><![CDATA[Débitos Inexistentes]]></category>
		<category><![CDATA[Declaração]]></category>
		<category><![CDATA[restituição]]></category>
		<category><![CDATA[Valores Debitados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O banco deverá ainda declarar os débitos e encargos inexistentes, além de se abster de enviar cobranças e negativar o nome do cliente. Juiz do 1º Juizado Especial Cível de Taguatinga condenou o Banco CSF S.A. a restituir débitos lançados indevidamente nas faturas do cartão de crédito do autor, em razão de clonagem do documento. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">O banco deverá ainda declarar os débitos e  encargos inexistentes, além de se abster de enviar cobranças e negativar  o nome do cliente.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Juiz do 1º  Juizado Especial Cível de Taguatinga condenou o Banco CSF S.A. a  restituir débitos lançados indevidamente nas faturas do <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/banco-tera-que-indenizar-correntista-por-debitos-em-cartao-roubado/">cartão de  crédito</a> do autor, em razão de clonagem do documento. O banco deverá  ainda declarar os débitos e encargos inexistentes, além de se abster de  enviar cobranças e negativar o nome do cliente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O
 autor informa que possui contrato de cartão de crédito com o banco, mas
 que foram realizadas cobranças indevidas no mês de&nbsp; janeiro de 2020, 
quando se encontrava nos EUA. Afirma que realizou diligências perante o 
réu para solução do problema, sem sucesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim,
 formula pedido para que o réu se abstenha de enviar cobranças ou lançar
 seu nome em cadastros de maus pagadores em razão dos débitos 
questionados. Pede pela procedência dos pedidos para que sejam 
declarados inexistentes os débitos e o réu seja condenado a restituir os
 valores indevidamente pagos e compelido a pagar indenização por danos 
morais no montante de R$ 20 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> O  Banco CSF S.A. defende a lisura de seu procedimento, pois o autor teria  deixado de contestar as compras no prazo de 30 dias e pede pela  improcedência dos pedidos.<a rel="noreferrer noopener" href="http://www.auxilium.com.br/" target="_blank"></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao 
analisar o caso, o magistrado pondera que era ônus do réu, diante da 
negativa do autor, comprovar a existência dos fatos, mas não o fez. 
Segundo o juiz, “cabe à administradora de cartão de crédito adotar todas
 as providências de segurança necessárias para evitar fraudes em 
desfavor do consumidor. Portanto, os prejuízos decorrentes das falhas no
 serviço oferecido devem ser suportados pelo fornecedor, porquanto tal 
risco é inerente à sua própria atuação no mercado de consumo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo,
 para o magistrado, a declaração parcial da inexistência dos débitos 
especificados é medida que se impõe. Além disso, o réu deverá restituir 
ao autor a quantia debitada na fatura de cartão de crédito do autor. “De
 mais a mais, havendo pagamento indevido, deve o fornecedor dos serviços
 restituir em espécie o valor pago”, afirmou o juiz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto
 ao pedido de danos morais, o magistrado ressalta que a mera cobrança 
administrativa indevida não é suficiente, por si só, a gerar abalos aos 
direitos da personalidade. “No presente caso, e que pese a existência de
 lançamentos e cobranças indevidas, o nome do autor não foi incluído nos
 cadastros de inadimplentes em razão dos débitos ora declarados 
inexistentes. Tenho, portanto, que os inevitáveis aborrecimentos e 
incômodos vivenciados pela parte autora não ingressaram no campo da 
angústia, descontentamento e sofrimento desmensurável, a ponto de afetar
 a sua tranquilidade e paz de espírito. Portanto, incabível a reparação 
moral pretendia”, decidiu o julgador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso da decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PJe: 0704090-22.2020.8.07.0007</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/banco-devera-restituir-valores-debitados-em-cartao-de-credito-clonado" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)">Jornal Jurid</a></strong></p>
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