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	<title>Arquivos Viajar - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Viajar - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Projeto de lei permite cassinos em resorts</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/projeto-de-lei-permite-cassinos-em-resorts/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 19:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[hotéis]]></category>
		<category><![CDATA[hotel]]></category>
		<category><![CDATA[resort]]></category>
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		<category><![CDATA[Viajar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Irajá (PSD-TO) apresentou um projeto de lei, o PL 4.495/2020, que permite a implantação de resorts com cassinos — os chamados resorts integrados. Ele afirma que essa medida pode ajudar a expandir o turismo no país. O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, também defende esse tipo de empreeendimento. Na justificativa da proposta, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O senador Irajá (PSD-TO) apresentou um projeto de lei, o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/144605">PL 4.495/2020</a>, que permite a implantação de resorts com cassinos — os chamados resorts integrados. Ele afirma que essa medida pode ajudar a expandir o turismo no país. O ministro do <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/consumidor-podera-remarcar-viagem-contratada-sem-onus/">Turismo</a>, Marcelo Álvaro Antônio, também defende esse tipo de empreeendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na justificativa da proposta, Irajá afirma que &#8220;a legalização dos jogos de cassino dentro dos resorts integrados, seguida de um processo de concessão para exploração, atrairá grandes investidores para o mercado de turismo brasileiro, dinamizando a atividade econômica em todas as regiões do Brasil&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto prevê que o espaço físico ocupado pelo cassino deverá corresponder a, no máximo, 10% da área total do resort integrado. E também estabelece que &#8220;compete à União, exclusivamente, conceder, regulamentar e fiscalizar os serviços, a implantação e o funcionamento das atividades de resorts integrados com cassinos&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o projeto de Irajá, os resorts integrados são definidos como &#8220;complexos de turismo com operação de cassinos que conjugam instalações hoteleiras, centro de&nbsp; convenções, espaços para feiras, exposições, eventos corporativos, congressos e seminários, reuniões de incentivo, centros ecumênicos, além de diferentes opções de entretenimento e conveniência oferecidas ao visitante, tais como restaurantes, bares, spas, shopping&nbsp; center, galerias de arte, museus, teatros, campos de golfe, parques temáticos, aquáticos e outras opções&#8221;.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Falta de investimento<br></strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na justificativa do projeto, o senador afirma que a indústria de turismo nacional “vem sofrendo com a desaceleração econômica em razão da pandemia de covid-19 e com inúmeros problemas do setor, como a baixa visitação do turista internacional, a falta de investimentos públicos e privados, as preocupações com a segurança pública, a ausência de recursos para campanhas de marketing e promoção, entre outros”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Irajá argumenta que a implantação de resorts integrados no Brasil surge como &#8220;uma oportunidade para mudar de patamar a visitação internacional ao país&#8221;. Ele também diz que um dos objetivos principais de sua proposta é aumentar a participação do país no mercado de feiras e eventos internacional.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Através da construção de uma nova infraestrutura turística, com a criação de novos atrativos para reforçar os destinos nacionais, pretende-se atrair congressos e convenções internacionais para o mercado brasileiro. A partir daí, poderemos verificar um choque na demanda de novos turistas que impactará no transbordamento do turismo, tanto de negócios como de lazer, por todas as regiões do país”, afirma.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Na justificativa do projeto, o senador destaca que sua proposta teve como base o modelo de legalização de cassinos discutido pela comissão especial da Câmara dos Deputados que analisou o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=15460">PL 442/1991</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não há data prevista para a apreciação dessa matéria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/09/15/projeto-de-lei-permite-cassinos-em-resorts" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Senado (abre numa nova aba)">Agência Senado</a></strong></p>
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		<title>Atrasos e cancelamentos de voos, saiba seus direitos</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/atrasos-e-cancelamentos-de-voos-saiba-seus-direitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2019 15:04:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Viajar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atrasos e cancelamentos de voos Os atrasos e cancelamentos de voos são situações que podem ocorrer no transporte aéreo em qualquer lugar do mundo, sobretudo em razão de adversidades climáticas. Eles causam transtornos para os passageiros, mas também para as empresas aéreas e aeroportos, além de acarretarem custos extras para todos. Desta forma, para minimizar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Atrasos e cancelamentos de voos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os atrasos e cancelamentos de voos são 
situações que podem ocorrer no transporte aéreo em qualquer lugar do 
mundo, sobretudo em razão de adversidades climáticas. Eles causam 
transtornos para os passageiros, mas também para as empresas aéreas e 
aeroportos, além de acarretarem custos extras para todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desta forma, para minimizar o  desconforto dos<a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/aplicativo-de-passageiros-responsabilizado-por-conduta-de-motorista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" passageiros (abre numa nova aba)"> passageiros</a> que aguardam o seu voo, a ANAC estabeleceu  as seguintes obrigações às empresas:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>manter o passageiro informado a cada 30 minutos quanto à previsão de partida dos voos atrasados;</li><li>informar imediatamente a ocorrência do&nbsp;do atraso, do cancelamento e da interrupção do serviço;</li><li>oferecer gratuitamente, de acordo com o tempo de espera, assistência material;</li><li>oferecer 
reacomodação, reembolso integral e execução do serviço por outra 
modalidade de transporte, cabendo a escolha ao passageiro, quando houver
 atraso de voo superior a 4 horas, cancelamento ou preterição de 
embarque.&nbsp;</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading">Preterição de embarque</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A preterição ocorre quando a empresa 
aérea precisa negar embarque a passageiros que compareceram para viajar,
 cumprindo todos os seus requisitos de embarque. Isto pode acontecer em 
algumas situações, tais como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>&nbsp;necessidade de &nbsp;trocar a aeronave prevista por outra com menor número de assentos;</li><li>necessidade de a aeronave precisar voar mais leve por motivo de segurança operacional,;</li><li>venda de passagens acima da capacidade da aeronave.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, a empresa deverá procurar
 por voluntários que aceitem embarcar em outro voo, mediante a oferta de
 vantagens (dinheiro, passagens extras, milhas, diárias em hotéis etc), 
negociadas livremente com o passageiro. Caso o passageiro aceite essa 
vantagem, a empresa poderá solicitar a assinatura de um recibo, 
comprovando que a proposta foi aceita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todavia, caso um número insuficiente de
 passageiros aceite as vantagens oferecidas, e algum passageiro tenha 
seu embarque negado, caberá à empresa aérea pagar a ele, imediatamente, 
uma compensação financeira, no valor correspondente a 250 DES, no caso 
de voos domésticos, e 500 DES, para voos internacionais. DES significa 
Direito Especial de Saque, que é uma moeda do Fundo Monetário 
Internacional, cujo preço varia diariamente. Atualmente seu valor está 
em torno de R$ 4,00 cada DES. O valor pode ser consultado no site do 
Banco Central do Brasil (www.bcb.gov.br).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dessa compensação financeira, a 
empresa tem que oferecer ao passageiro que foi impedido de embarcar as 
alternativas de reacomodação em outro voo da própria empresa ou de 
outra, reembolso do valor total pago e assistência material, se for o 
caso.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Assistência Material</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A assistência material é oferecida nos 
casos de atraso, cancelamento, interrupção de voo e preterição 
(negativa) de embarque. Ou seja, quando o passageiro se encontra no 
aeroporto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela deve ser oferecida gratuitamente 
pela empresa aérea, de acordo com o tempo de espera, contado a partir do
 momento em que houve o atraso, cancelamento ou preterição de embarque, 
conforme demonstrado a seguir:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A partir de 1 hora:&nbsp;comunicação (internet, telefone etc).</li><li>A partir de 2 horas:&nbsp;alimentação de acordo com o horário (voucher, refeição, lanche etc).</li><li>A partir de 4 
horas:&nbsp;hospedagem (somente em caso de pernoite no aeroporto) e 
transporte de ida e volta. Se você estiver no local de seu domicílio, a 
empresa poderá oferecer apenas o transporte para sua residência e de sua
 casa para o aeroporto.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;O Passageiro com Necessidade de Assistência Especial (PNAE) e seus 
acompanhantes sempre terão direito à hospedagem, independentemente da 
exigência de pernoite no aeroporto.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dicas importantes!</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A assistência material é devida  independentemente do motivo do atraso, cancelamento ou preterição e se  aplica tanto para os passageiros aguardando no terminal quanto aos que  estejam a bordo da aeronave, com portas abertas. A empresa poderá  suspender a prestação da assistência material para proceder ao embarque  imediato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="http://www.anac.gov.br/assuntos/passageiros/atrasos-cancelamentos-pretericao-e-assistencia-material?fbclid=IwAR3rs2J4j_5stHRdaBPkLqeW43EAfn57eFQyoZb0OCgcgfNS--PHwiTqpJ8" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="ANAC (abre numa nova aba)">ANAC</a></p>
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		<item>
		<title>Passageira receberá devolução de valor cobrado a mais durante cruzeiro</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/passageira-recebera-devolucao-de-valor-cobrado-mais-durante-cruzeiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2018 13:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Juíza de Direito Elisabete Maria Kirschke, da 3ª Vara Cível da Comarca de Canoas condenou a empresa Royal Caribbean Cruzeiros (Brasil) Ltda. a ressarcir uma passageira por ter debitado no cartão de crédito valor não gasto. Caso Em janeiro de 2015, a autora realizou um cruzeiro marítimo em um navio da empresa e contou [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/passageira-recebera-devolucao-de-valor-cobrado-mais-durante-cruzeiro/">Passageira receberá devolução de valor cobrado a mais durante cruzeiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Juíza de Direito Elisabete Maria Kirschke, da 3ª Vara Cível da Comarca de Canoas condenou a empresa Royal Caribbean Cruzeiros (Brasil) Ltda. a ressarcir uma passageira por ter debitado no cartão de crédito valor não gasto.</p>
<p><strong>Caso</strong></p>
<p>Em janeiro de 2015, a autora realizou um cruzeiro marítimo em um navio da empresa e contou que percebeu um lançamento de despesa indevido em sua conta. Ela disse que reclamou o equívoco e que não houve a devolução do dinheiro. A ação indenizatória pediu a condenação da empresa ao pagamento em dobro do valor indevidamente cobrado, de R$ 242, 97, além de danos morais.</p>
<p>A empresa alegou que a responsabilidade pela cobrança era da empresa de cartão de crédito e que era descabida a repetição em dobro. Em sua defesa também afirmou a inexistência de danos morais.</p>
<p><strong>Decisão</strong></p>
<p>A Juíza de Direito confirmou que a empresa deve ressarcir o valor de R$ 242,97 a título de danos materiais.<br />
Não se mostra cabível, entretanto, a devolução em dobro, uma vez que não evidenciada a má-fé da requerida.</p>
<p>A magistrada não acolheu o pedido de danos morais. Segundo ela, é certo que ocorreu uma cobrança indevida e que a passageira teve que pedir a exclusão dos valores lançados incorretamente em sua fatura, mas para a Juíza não houve ofensa a direitos de personalidade que transcendam o mero aborrecimento ou dissabor, não tendo ocorrido inscrição indevida em cadastros restritivos ou qualquer outra situação vexatória ou humilhante.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-48819-passageira-recebera-devolucao-valor-cobrado-mais-durante-cruzeiro" target="_blank" rel="noopener">SOS Consumidor</a></strong></p>
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