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	<title>Arquivos Vivo - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<title>Arquivos Vivo - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Vivo pagará indenização de R$ 200 mil por sinal fraco na Serra Gaúcha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2018 10:25:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os consumidores têm direito de ser informados sobre os serviços que lhe são oferecidos. Isso significa que eles devem ter acesso às especificações corretas e transparentes sobre preço, qualidade, continuidade, tributação e os riscos que correm caso os contratem. É o que diz o artigo 6º do Código de Defesa do Consumidor, afirma a 19ª [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Os consumidores têm direito de ser informados sobre os serviços que lhe são oferecidos. Isso significa que eles devem ter acesso às especificações corretas e transparentes sobre preço, qualidade, continuidade, tributação e os riscos que correm caso os contratem.</h3>
<p>É o que diz o artigo 6º do Código de Defesa do Consumidor, afirma a 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. A tese foi usada para <a href="https://www.conjur.com.br/dl/acordao-19-camara-civel-tribunal.pdf" target="_blank" rel="noopener">condenar</a> a operadora de telefonia Vivo a pagar multa de R$ 200 mil por não informar os consumidores de uma comunidade gaúcha sobre as deficiências no sinal de celular. Para o tribunal, também foi desrespeitado o artigo 22 do CDC, que obriga as empresas a prestar serviços de forma contínua a seus clientes.</p>
<p>Para o relator, desembargador Voltaire de Lima Moraes, é inacreditável que pessoas que moram a cerca de 10 km da prefeitura não consigam utilizar seus aparelhos celulares. &#8220;De considerar, ainda, que, ao adquirir uma linha telefônica, o consumidor submete-se a um cadastro, onde declina o seu endereço. E é nessa ocasião que a representante da ré [<em>Vivo</em>] deveria então tê-los esclarecido de que não poderiam utilizar os seu celulares na região onde moram. Contudo, nenhum alerta a esse respeito consta dos autos de que os prepostos da demandada tenham feito aos adquirentes de linhas móveis&#8221;, anotou no acórdão.</p>
<p><strong>Abaixo-assinado dos consumidores</strong><br />
Os moradores da região da Recosta, localizada a 10km da sede do município de São Francisco de Paula, na serra gaúcha, procuraram o Ministério Público para reclamar da falta de sinal de telefonia celular, o que inviabilizava o uso de aparelhos adquiridos em lojas conveniadas da operadora Vivo. Fizeram um abaixo-assinado, que o MP usou de base para instaurar um inquérito civil, depois transformado em ação civil pública.</p>
<p>Na ação, o MP sustentou que a deficiência de sinal estava causando uma série de prejuízos às atividades profissionais e domésticas dos consumidores. Pediu que a ré fosse condenada a instalar uma estação rádio-base de telefonia celular ou a ampliar a capacidade das atuais ERBs. Também pediu o pagamento de indenização por danos materiais, a ser calculados caso a caso, na liquidação da sentença, e por danos morais coletivos.</p>
<p>Em contestação, a Vivo argumentou que a obrigação era exclusiva de outra operadora — a Oi. Mas, segundo o juiz Carlos Eduardo Lima Pinto, que julgou a ação procedente em primeira instância, &#8220;a alegação de que a obrigação de atendimento rural está a cargo da concessionária Oi  no Rio Grande do Sul é simplista e não resiste a um exame um pouco mais cuidadoso&#8221;.</p>
<p>Para o juiz, a defesa da Vivo usa de detalhes técnicos e regulatórios para se abster de prestar o serviço que oferece. Mas é fato que os moradores da região estão sendo prejudicados pela falta de sinal.</p>
<p>Ele destacou que Recosta não é uma localidade rural remota. Mesmo na zona rural de São Francisco de Paula, observou, há alguma cobertura de sinal de celular. A realidade, segundo ele, é que a ré vendeu os telefones aos moradores da região sem nenhum aviso sobre deficiência ou ausência de sinal.</p>
<p><strong>Clique <a href="https://www.conjur.com.br/dl/sentenca-vara-judicial-comarca-sao.pdf">aqui</a> para ler a sentença<br />
Clique <a href="https://www.conjur.com.br/dl/acordao-19-camara-civel-tribunal.pdf">aqui</a> para ler o acórdão<br />
Processo 066/1.16.0000194-2</strong></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-50460-vivo-pagara-indenizacao-r-200-mil-por-sinal-fraco-na-serra-gaucha" target="_blank" rel="noopener">SOS Consumidor</a></strong></p>
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		<title>Vivo será investigada pelo Ministério Público por uso de dados de 73 milhões de clientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Apr 2018 13:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo Ministério Público, usuários não podem se opor ao uso de dados pela operadora O  MPDFT  (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) instaurou inquérito para apurar se a Vivo utiliza informações dos usuários para comercializar publicidade. O inquérito civil público considera que os interessados na investigação são os 73 milhões de usuários da operadora no Brasil. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Segundo Ministério Público, usuários não podem se opor ao uso de dados pela operadora</strong></p>
<p>O  MPDFT  (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) instaurou inquérito para apurar se a Vivo utiliza informações dos usuários para comercializar publicidade.</p>
<p>O inquérito civil público considera que os interessados na investigação são os 73 milhões de usuários da operadora no Brasil.</p>
<p>O serviço que será investigado pelo MPDFT é chamado de Vivo Ads, uma plataforma de marketing mobile da Vivo.</p>
<p>Segundo o pedido de abertura do inquérito feito pelos promotores Frederico Ceroy e Paulo Binicheskey, a Vivo usa dados dos clientes, como perfil, localização, comportamento de navegação para vender publicidade.</p>
<p>Os promotores usam como exemplo a possibilidade da empresa usar dados de localização de um consumidor submetido a tratamento médico. O mapeamento da circulação em clínicas e hospitais podem, segundo os promotores, serem usadas de maneira imprópria para venda do espaço publicitário.</p>
<p>O inquérito destaca que o serviço Vivo Ads não permite que os clientes se oponham ao uso de seus dados pessoais para fins de publicidade.</p>
<p><strong>ESCÂNDALO</strong></p>
<p>O Facebook é acusado de ter permitido à consultoria Cambridge Analytica usar os dados dos usuários para favorecer a candidatura de Donald Trump para a presidência dos EUA.</p>
<p>Os mesmos promotores do inquérito que investiga a Vivo instauraram inquérito em 21 de março para apurar se a Cambridge Analytica fez uso dos dados do usuários brasileiros da rede social.</p>
<p>Os promotores ressaltam, contudo, que a telefonia móvel no Brasil é uma concessão de serviço público, o que não ocorre com o Facebook.</p>
<p>O inquérito pode, segundo o MPDFT, resultar em uma ação civil coletiva de responsabilidade por danos aos usuários.</p>
<p><strong>OUTRO LADO</strong></p>
<p>A Vivo informou, em nota, que cumpre a legislação vigente e que não promove qualquer uso ilegal de dados pessoais de seus clientes.</p>
<p>“A Vivo assegura que as informações de seus clientes não são, em hipótese alguma, transferidas ou compartilhadas com anunciantes. A Vivo Ads é uma plataforma de mídia, na qual o cliente interage com publicidade apresentada pela própria operadora e, muitas vezes, ganha benefícios como pacotes de internet móvel ou descontos em produtos e serviços”, diz trecho da nota.</p>
<p>A empresa informa que a autorização do usuário é concedida quando o cliente assina o termo de adesão do serviço móvel. “A qualquer momento o cliente pode cancelá-la em canais de atendimento da Vivo. O centro de privacidade da empresa também contém orientações sobre o tema”, afirma.<a class="gallery-widget__header-counter-value" title="Minha Folha">  </a></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-49069-vivo-sera-investigada-pelo-ministerio-publico-por-uso-dados-73-milhoes-clientes" target="_blank" rel="noopener">SOS Consumidor</a></strong></p>
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