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	<title>Arquivos Voo - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Voo - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Passageira que perdeu voo por erro em voucher deve ser indenizada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2020 17:50:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Agência de Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Azul Linhas Aéreas]]></category>
		<category><![CDATA[CVC]]></category>
		<category><![CDATA[passageira]]></category>
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		<category><![CDATA[Voo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão é da 2º Juizado Especial Cível de Águas Claras. A Azul Linhas Aéreas e a CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens foram condenadas a indenizar uma passageira que perdeu o voo por erro no voucher, que apresentava horário diferente do embarque. A decisão é da 2º Juizado Especial Cível de Águas Claras. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">A decisão é da 2º Juizado Especial Cível de Águas Claras.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Azul Linhas Aéreas e a CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens foram condenadas a indenizar uma <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/familia-que-perdeu-bodas-de-ouro-na-florida-em-razao-de-atraso-de-voo-sera-indenizada/">passageira que perdeu o voo</a> por erro no voucher, que apresentava horário diferente do embarque. A decisão é da 2º Juizado Especial Cível de Águas Claras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autora relata que comprou junto à agência de viagem passagem para o trecho Brasília &#8211; Campinas, em voo operado pela Azul, com embarque previsto para as 8h55. Ao chegar ao aeroporto, foi informada que o voo adquirido havia decolado às 5h55 e que perdeu o voo. A passageira afirma que não foi informada sobre alteração no voo e que precisou realizar a viagem por via terrestre, o que a fez chegar ao local de destino 15 horas após o previsto. Requereu indenização por danos morais e materiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua defesa, a Azul defende que a passagem comprada pela autora tinha o horário de embarque previsto para 05h55 e que não houve falha na prestação de serviço. A CVC, por sua vez, esclarece que os voos são disponibilizados em sua plataforma de acordo com os dias e horários fornecidos pelas empresas aéreas e que não há possibilidade de venda sem a existência de voo. As duas rés pedem para que os pedidos sejam julgados improcedentes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Não obstante o voucher constar o horário de voo para às 08h55, verifica-se que o horário do voo adquirido pela requerente, em verdade, era para às 05h55, (&#8230;) motivo pelo qual o horário divergente apresentado no voucher fez com que a autora chegasse tardiamente ao aeroporto e perdesse o voo”, destacou a juíza. A magistrada afirmou que a situação “ultrapassa os meros aborrecimentos que todos aqueles que vivem em sociedade devem suportar, haja vista os transtornos gerados devido ao atraso da chegada ao destino final, acarretando em danos extrapatrimoniais”.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A julgadora salientou ainda que, embora a companhia aérea atribua a culpa à agência de viagem, as duas empresas respondem de forma solidária pelos prejuízos causados. “Tem-se que as requeridas são parceiras e possuem participação direta na cadeia de consumo, auferindo lucro de referida atividade, motivo pelo qual respondem solidariamente pelos danos causados à consumidora (autora), nos termos dos&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-7" target="_blank" rel="noreferrer noopener">art. 7º</a>, parágrafo único, e&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-18" target="_blank" rel="noreferrer noopener">art. 18</a>&nbsp;do&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Código de Defesa do Consumidor</a>”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, as rés foram condenadas a pagar a autora, de forma solidária, R$ 3 mil a título de danos morais. As empresas terão ainda que restituir a quantia de R$ 49,24, referente à passagem de ônibus de São Paulo ao local de destino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso da sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PJe: 0708679-18.2020.8.07.0020</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/passageira-que-perdeu-voo-por-erro-em-voucher-deve-ser-indenizada" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Companhia aérea indenizará passageira por atraso em voo</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/companhia-aerea-indenizara-passageira-por-atraso-em-voo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2019 22:33:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Atraso]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[Falha]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[prestação de serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Voo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Valor foi fixado em R$ 10 mil. A 38ª Câmara de Direito Privado aumentou, de R$ 5 mil para R$ 10 mil, valor de indenização a ser pago por companhia aérea a passageira, em razão de atraso em voo. O montante foi fixado a título de danos morais. Consta dos autos que a autora comprou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Valor foi fixado em R$ 10 mil.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A 38ª Câmara  de Direito Privado aumentou, de R$ 5 mil para R$ 10 mil, valor de  indenização a ser pago por companhia aérea a passageira, em razão de  atraso em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-de-transporte-aereo-deve-indenizar-passageiras-que-tiveram-voo-cancelado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="voo (abre numa nova aba)">voo</a>. O montante foi fixado a título de danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consta
 dos autos que a autora comprou bilhete para viagem entre São Paulo e 
Brasília, que sofreu atraso superior a doze horas. A passageira ajuizou 
ação alegando que a empresa deixou de prestar as informações necessárias
 e que não deu assistência material durante o período em que ficou 
aguardando sua realocação em outra aeronave.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o 
relator do recurso, desembargador Mario de Oliveira, ficou evidenciado 
nos autos a falha na prestação do serviço e o consequente dever de 
indenizar. “Levando-se em consideração a intensidade dos danos 
ocasionados, a condição financeira das vítimas e do ofensor, cabe a 
majoração da indenização ao importe de R$ 10.000,00.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento, unânime, teve a participação dos desembargadores Fernando Sastre Redondo e Flávio Cunha da Silva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apelação nº 1026013-86.2018.8.26.0002</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/companhia-aerea-indenizara-passageira-por-atraso-em-voo" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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		<title>Empresa de transporte aéreo deve indenizar passageiras que tiveram voo cancelado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2017 12:53:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[avião]]></category>
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		<category><![CDATA[Código de Defesa do Consumidor]]></category>
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		<category><![CDATA[indenizar]]></category>
		<category><![CDATA[Voo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresa Passadero Transportes Aéreos foi condenada ao pagamento de indenizações por danos morais e materiais a duas passageiras que perderam um voo devido ao cancelamento de outro. Cada uma receberá R$ 5 mil por danos morais e R$ 1.110,29 por danos materiais. A decisão, do juiz Gustavo Henrique Cardoso Cavalcante, respondendo pela 39ª Vara [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-de-transporte-aereo-deve-indenizar-passageiras-que-tiveram-voo-cancelado/">Empresa de transporte aéreo deve indenizar passageiras que tiveram voo cancelado</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa Passadero Transportes Aéreos foi condenada ao pagamento de indenizações por danos morais e materiais a duas passageiras que perderam um voo devido ao cancelamento de outro. Cada uma receberá R$ 5 mil por danos morais e R$ 1.110,29 por danos materiais. A decisão, do juiz Gustavo Henrique Cardoso Cavalcante, respondendo pela 39ª Vara Cível de Fortaleza, foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico dessa quinta-feira (23/11).</p>
<p>O magistrado observou que a demora (entre o voo cancelado e o substitutivo) foi excessiva, pois o embarque para o destino ocorreu somente 24 horas depois do previsto, “presumindo-se o dano moral em face do desconforto, cansaço, aborrecimento e a incerteza quanto ao horário do voo que as levariam ao destino final da viagem”. Em relação ao pedido de danos materiais, o juiz entendeu que eles são devidos, “posto que as autoras provaram a compra das passagens de Cuiabá para Fortaleza”.</p>
<p>Segundo o processo (nº 0219092-81.2013.8.06.0001), no dia 29 de setembro de 2012, ao tentar viajar para Fortaleza, as passageiras tiveram seu voo cancelado no trecho Ji-Paraná (RO) para Cuiabá (MT). Assim, perderam o voo seguinte de Cuiabá para Fortaleza. O voo cancelado foi transferido para o dia imediatamente posterior. Por conta disso, elas que tiveram que comprar novas passagens para Fortaleza no valor de R$ 2.220,58. Diante dos transtornos, elas requereram as indenizações.</p>
<p>A empresa apresentou contestação alegando que houve comunicação prévia às passageiras com 72 horas de antecedência que ofertou o endosso do bilhete aéreo para outro voo equivalente de companhia aérea distinta. Em réplica, as passageiras afirmaram que a empresa não informou o cancelamento do voo com 72 horas de antecedência e não forneceu nenhuma acomodação ou serviço de hospedagem.</p>
<p>Ao analisar o caso, o juiz destacou que a empresa “sustenta que comunicou previamente acerca do cancelamento do voo e efetuou o endosso do bilhete aéreo para outra companhia, todavia nenhuma prova juntou aos autos que confirmassem suas alegações”. Além disso, o magistrado ressaltou que “a responsabilidade pelo defeito na prestação do serviço é objetiva, não sendo admitidas as justificativas apresentadas pela companhia aérea porque são inerentes à atividade de transporte aéreo”.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.tjce.jus.br/noticias/empresa-de-transporte-aereo-deve-indenizar-passageiras-que-tiveram-voo-cancelado/" target="_blank" rel="noopener">TJCE</a></p>
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