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	<title>Arquivos Divorcio - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Divorcio - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Guarda de animais domésticos em casos de separação</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/guarda-de-animais-domesticos-em-casos-de-separacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 18:25:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Divorcio]]></category>
		<category><![CDATA[separação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Proposta também trata da possibilidade de divisão das despesas do animal; proposta deverá seguir para o Senado Casos de separação &#8211; A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que dá ao juiz a prerrogativa de fixar os direitos e as obrigações das partes em relação ao animal [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Proposta também trata da possibilidade de divisão das despesas do animal; proposta deverá seguir para o Senado</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Casos de separação</strong> &#8211; A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que dá ao juiz a prerrogativa de fixar os direitos e as obrigações das partes em relação ao animal de estimação, se o casamento ou união estável acabar e não houver acordo entre os ex-cônjuges. A proposta deverá seguir para o Senado, a menos que haja recurso para que seja votada pelo Plenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia é consolidar a consciência de posse responsável que obriga os<br>possuidores a zelar pelo bem-estar do animal, bem como protegê-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo texto, os direitos e deveres a serem observados pelas partes incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a manutenção de condições adequadas de moradia e de trato;</li>



<li>a definição sobre dias e horários para visitas e outras condições da posse compartilhada;</li>



<li>a responsabilidade pelo pagamento de despesas, inclusive despesas veterinárias e com medicamentos;</li>



<li>as condições para o cruzamento ou para a alienação do animal de estimação e suas crias, inclusive para fins comerciais, sob pena de reparação de danos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Por recomendação do relator da matéria, deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204569">Delegado Pablo (União-AM)</a>,&nbsp; o texto aprovado foi o substitutivo ao Projeto de Lei <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/552146-proposta-estabelece-regras-para-guarda-de-animal-em-caso-de-divorcio/">62/19</a>, deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204494">Fred Costa (Patriota-MG)</a>.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=15236&amp;action=edit"><strong>Prisão por não pagamento de pensão: o que fazer em caso de descumprimento da ordem judicial</strong></a></li>



<li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=15233&amp;action=edit"><strong>Plano de saúde deve custear insumos indispensáveis na internação domiciliar</strong></a></li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Pensão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Pablo disse que a matéria é importante &#8220;por dispor a respeito não só da questão do vínculo afetivo, mas da possibilidade de pagamento de pensão e de direitos e obrigações das partes envolvidas em relação ao animal doméstico&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em casos de descumprimento das regras sobre a posse do animal, a versão aprovada prevê a redução de prerrogativas atribuídas ao possuidor, bem como a perda da posse em favor da outra parte ou, caso isso não seja possível, o encaminhamento a abrigo de animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/913356-ccj-aprova-condicoes-para-guarda-de-animais-domesticos-em-casos-de-separacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Câmara de Notícias</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: animais de estimação, separação, divorcio, união estável, cachorro, gato, animais domésticos, direito a família, advogado família rj, advogado direito de família rj, advogado divorcio </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Juiz decreta divórcio, em decisão liminar, com manifestação unilateral</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/juiz-decreta-divorcio-em-decisao-liminar-com-manifestacao-unilateral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2020 04:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Divorcio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O juiz substituto da 1a Vara de Família e de Órfãos e Sucessões de Águas Claras-DF atendeu pedido de urgência feito pela parte autora e decretou seu divórcio, em decisão liminar (precária), antes mesmo de ouvir a outra parte. O magistrado ordenou ainda a expedição de mandado para a devida averbação em cartório, bem como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1080" height="1080" src="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2020/05/divorcio.jpg" alt="" class="wp-image-6342" srcset="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2020/05/divorcio.jpg 1080w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2020/05/divorcio-300x300.jpg 300w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2020/05/divorcio-1024x1024.jpg 1024w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2020/05/divorcio-150x150.jpg 150w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2020/05/divorcio-768x768.jpg 768w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2020/05/divorcio-100x100.jpg 100w" sizes="(max-width: 1080px) 100vw, 1080px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz substituto da 1a Vara de Família e de Órfãos e Sucessões de Águas Claras-DF atendeu pedido de urgência feito pela parte autora e decretou seu divórcio, em decisão liminar (precária), antes mesmo de ouvir a outra parte. O magistrado ordenou ainda a expedição de mandado para a devida averbação em cartório, bem como a citação do réu, para oferecer resposta no prazo legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado esclareceu que a parte autora ajuizou ação de divórcio, na qual demonstrou que não tinha dúvidas de sua vontade de não fazer mais parte da relação conjugal. Assim, ponderou: “Ajuizada ação de divórcio e manifestando a parte autora a sua inequívoca vontade de se divorciar, por que fazê-la aguardar até o trânsito em julgado para se ver divorciada? Realmente não faz sentido!”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para fundamentar a decisão, o juiz explicou que apesar do Código de Processo Civil não trazer previsão específica quanto ao divórcio liminar, o caso preenche os requisitos necessários para permitir a decretação antecipada do fim do casamento, assim registrando: &#8220;Embora o CPC/2015 seja omisso, é plenamente possível a concessão de tutela provisória consistente na decretação, in limine litis, do divórcio. Trata-se de verdadeira tutela provisória de evidência, tendo em vista que o divórcio é um direito potestativo e incondicional&#8221;, ou seja, depende da vontade  de uma das partes, cabendo ao outro apenas  aceitar esta condição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso da decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">PJe: processo em segredo de justiça</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:  <a href="https://www.tjdft.jus.br/institucional/imprensa/noticias/2020/maio/divorcio-e-decretado-por-liminar-sem-manifestacao-do-outro-conjuge">TJDFT</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: direito de família, divórcio, advogado de direito de família RJ, advogado de direito de família no Rio de Janeiro</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Juíza decreta divórcio de casal em Joinville antes mesmo da citação do marido</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/juiza-decreta-divorcio-de-casal-em-joinville-antes-mesmo-da-citacao-do-marido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2020 06:29:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Divorcio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Advogado de Direito de Família RJ e notícia sobre divórcio antes da citação do réu A juíza Karen Francis Schubert, titular da 3ª Vara da Família da comarca de Joinville, com base em recentes alterações legislativas, deferiu esta semana pedido de tutela antecipada para decretar o divórcio de um casal antes mesmo da citação do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2020/01/divórcio.jpg" alt="" class="wp-image-5930"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Advogado de Direito de Família RJ e notícia sobre divórcio antes da citação do réu</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza Karen Francis Schubert, titular da 3ª Vara da Família da comarca de Joinville, com base em recentes alterações legislativas, deferiu esta semana pedido de tutela antecipada para decretar o divórcio de um casal antes mesmo da citação do réu. Esta decisão aconteceu, liminarmente, logo após o recebimento do pedido inicial de uma das partes envolvidas no processo de separação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Diante da impossibilidade de manterem a constância da união matrimonial, bem como de reconciliação, a requerente pleiteou liminarmente a decretação do divórcio, o qual foi concedido&#8221;, destaca a magistrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia Mais:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/proposta-preve-efeito-retroativo-para-divorcio-separacao-e-reconhecimento-de-filhos/">Proposta prevê efeito retroativo para divórcio, separação e reconhecimento de filhos</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/homem-indenizara-ex-esposa-que-pagou-sozinha-divida-depois-do-divorcio/">Homem indenizará ex-esposa que pagou sozinha dívida depois do divórcio</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua decisão, a juíza explica que o divórcio passou a ser caracterizado como um direito potestativo incondicionado, fundamentado em norma constitucional. E, para sua decretação, não se exige a apresentação de qualquer prova ou condição, portanto dispensável a formação do contraditório. Por isso, o único elemento exigível à sua decretação é exclusivamente a manifestação de vontade de um dos cônjuges.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela ainda cita, em sua decisão, o artigo 311, incisos II e IV do <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13105.htm">Código de Processo Civil</a>, que demonstra a evidência do direito material da parte autora. &#8220;Entendo que estamos diante de um direito previsto no texto constitucional, do direito incondicionado de se divorciar&#8221;, frisa a magistrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final da decisão, a juíza determinou a expedição de mandado para averbação no registro civil de casamento, em que deverá constar a opção de nome e que a partilha de bens ainda está pendente. O processo tramita em segredo de justiça. Cabe recurso ao Tribunal de Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.tjsc.jus.br/web/imprensa/-/juiza-decreta-divorcio-de-casal-em-joinville-antes-mesmo-da-citacao-do-marido?inheritRedirect=true">TJSC</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: Direito de família, divórcio, advogado de direito de família RJ, advogado de direito de família no Rio de Janeiro</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Proposta prevê efeito retroativo para divórcio, separação e reconhecimento de filhos</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/proposta-preve-efeito-retroativo-para-divorcio-separacao-e-reconhecimento-de-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 09:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Divorcio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto de Lei&#160; 5463/19 prevê efeitos retroativos para as sentenças que tratam de divórcio e separação e que tratam do reconhecimento de filhos. O texto insere dispositivos no&#160;Código de Processo Civil.Luis Macedo/Câmara dos Deputados Segundo Pompeo de Mattos, a proposta busca preservar direitos e patrimônios de dilapidações Conforme a proposta, as sentenças que decretarem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Projeto de Lei&nbsp; 5463/19 prevê efeitos retroativos para as sentenças que tratam de divórcio e separação e que tratam do reconhecimento de filhos. O texto insere dispositivos no&nbsp;<a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2015/lei-13105-16-marco-2015-780273-norma-pl.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Código de Processo Civil</a>.<em>Luis Macedo/Câmara dos Deputados</em></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2019/12/img20191217232659174-768x512.jpg" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Pompeo de Mattos, a proposta busca preservar direitos e patrimônios de dilapidações</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a proposta, as sentenças que decretarem o divórcio, a separação judicial e o restabelecimento da sociedade conjugal retroagirão à data de propositura da ação. Já as que declararem ou reconhecerem a filiação retroagirão à data do nascimento do filho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta, em tramitação na Câmara dos Deputados, foi sugestão apresentada pela Associação Antiga e Iluminada Sociedade Banksiana e aprovada em outubro último pela Comissão de Legislação Participativa (SUG 115/17).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator, deputado&nbsp;<a href="https://www.camara.leg.br/deputados/73486" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pompeo de Mattos (PDT-RS)</a>, recomendou a aprovação. “A proposta busca preservar direitos e patrimônios de dilapidações ou ocultações mediante transmissão de propriedade ou titularidade de bens e direitos para que não sejam partilhados ou deixados como herança”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tramitação</strong><br>O projeto será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reportagem – Ralph Machado<br>Edição – Ana Chalub</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Câmara dos Deputados</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Homem indenizará ex-esposa que pagou sozinha dívida depois do divórcio</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/homem-indenizara-ex-esposa-que-pagou-sozinha-divida-depois-do-divorcio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2019 21:01:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[Débito Hipotecário]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Divorcio]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Quitação]]></category>
		<category><![CDATA[Reembolso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Réu também deverá reembolsar a autora da ação. A 9ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo negou provimento à apelação de homem condenado a indenizar e ressarcir ex-esposa que assumiu dívida do casal após o divórcio. A reparação foi fixada em R$ 15,7 mil, a título de danos morais, e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Réu também deverá reembolsar a autora da ação.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A 9ª Câmara de Direito Privado do  Tribunal de Justiça de São Paulo negou provimento à apelação de homem  condenado a indenizar e ressarcir ex-esposa que assumiu dívida do <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/stj-reconhece-o-direito-de-viuvo-permanecer-no-imovel-do-casal-mesmo-se-tiver-outros-bens/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="casal (abre numa nova aba)">casal</a>  após o divórcio. A reparação foi fixada em R$ 15,7 mil, a título de  danos morais, e R$ 158 mil para reembolso da dívida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consta  nos autos que um homem assumiu, em acordo de divórcio, a obrigação de  quitação de débito hipotecário sobre o imóvel comum do casal. Porém, o  ex-marido não efetuou o pagamento do débito, o que acarretou na execução  hipotecária, a qual a ex-mulher quitou sozinha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a
 relatora da apelação, desembargadora Mariella Ferraz de Arruda Pollice 
Nogueira, “ao efetuar o pagamento do débito a autora se sub-rogou na 
posição de credora, sendo plenamente justificável a pretensão de ser 
ressarcida por valores dispendidos e que deveriam, por força de acordo 
homologado judicialmente, ser suportados na integralidade pelo 
ex-marido”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“O  imóvel objeto do financiamento hipotecário era aquele onde a autora  residia com os filhos, e não é preciso muito esforço para se constatar  que a cessação do pagamento aconteceu tão logo convencionado na  separação que caberia ao réu arcar com o pagamento das prestações, o que  significa dizer que ao longo de toda a execução hipotecária, que durou  de 2002 a 2009, a autora permaneceu sob a ansiedade e angústia de ver em  risco o local de sua residência pela possibilidade de que o imóvel  fosse levado a praceamento, já que esse era o desfecho natural em  relação ao débito não quitado”, completou a magistrada sobre a reparação  por danos morais.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento teve a participação dos desembargadores Edson Luiz de Queiroz e Angela Lopes. A decisão foi unânime.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vítima de violência doméstica terá direito a divórcio imediato</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/divorcio-imediato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2019 20:44:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[advogado de família]]></category>
		<category><![CDATA[Divorcio]]></category>
		<category><![CDATA[separação]]></category>
		<category><![CDATA[união estável]]></category>
		<category><![CDATA[Violência domestica]]></category>
		<category><![CDATA[vitimas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto de autoria do deputado Luiz Lima foi aprovado nesta quarta-feira pelo plenário da Câmara dos Deputados A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27) projeto que permite à vítima de violência doméstica solicitar ao juiz a decretação imediata do divórcio ou do rompimento da união estável. O projeto é do deputado Luiz Lima (PSL-RJ) e sofreu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Projeto de autoria do deputado Luiz Lima foi aprovado nesta quarta-feira pelo plenário da Câmara dos Deputados</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27) projeto que permite à vítima de violência doméstica solicitar ao juiz a decretação imediata do divórcio ou do rompimento da <a rel="noreferrer noopener" aria-label="união estável (abre numa nova aba)" href="https://costaqueirozadvogados.com.br/stj-nega-reconhecimento-de-data-marcada-em-aliancas-como-inicio-de-uniao-estavel/" target="_blank">união estável</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a rel="noreferrer noopener" href="https://noticias.r7.com/prisma/coluna-do-fraga/mulher-agredida-podera-pedir-decretacao-imediata-de-divorcio-26022019" target="_blank"><strong>projeto</strong></a> é do deputado Luiz Lima (PSL-RJ) e sofreu alterações por parte da relatora Erika Kokay (PT-DF).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://noticias.r7.com/sao-paulo/pesquisa-revela-que-536-mulheres-foram-agredidas-por-hora-em-2018-26022019" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Pesquisa revela que 536 mulheres foram agredidas por hora em 2018</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as mudanças estão a necessidade da vítima ser informada sobre o direito ao divórcio imediato e também de as discussões a respeito da partilha de bens serem feitas posteriormente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto será encaminhado ao Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="R7 (abre numa nova aba)" href="https://noticias.r7.com/prisma/coluna-do-fraga/vitima-de-violencia-domestica-tera-direito-a-divorcio-imediato-27032019?fbclid=IwAR1CtOwg5ybQzBJBjaiZZsryMKta1VuhxMtIca9j5TAoG60WEgGa2pu0DTA" target="_blank"><strong>R7</strong></a></p>
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		<title>Pensão entre ex-cônjuges exige previsão expressa no acordo</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/pensao-ex-conuges/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2019 13:43:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[advogado rj]]></category>
		<category><![CDATA[Divorcio]]></category>
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		<category><![CDATA[pensão]]></category>
		<category><![CDATA[pensão alimenticia]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O juiz não pode determinar, de ofício, a atualização monetária automática da pensão alimentícia negociada entre ex-cônjuges, se essa correção não foi prevista no acordo. Com base nesse entendimento, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo que negou o pedido de correção do valor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O juiz não pode determinar, de ofício, a atualização monetária automática da <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/participacao-nos-lucros-nao-entra-no-calculo-da-pensao-alimenticia-decide-terceira-turma/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="pensão alimentícia (abre numa nova aba)">pensão alimentícia</a> negociada entre <a rel="noreferrer noopener" aria-label="ex-cônjuges (abre numa nova aba)" href="https://costaqueirozadvogados.com.br/guarda-compartilhada-x-guarda-alternada/" target="_blank">ex-cônjuges</a>, se essa correção não foi prevista no acordo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nesse entendimento, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo que negou o pedido de correção do valor da pensão por falta de previsão no acordo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recurso apresentado ao <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/stj-diz-que-herdeiros-devem-pagar-emprestimo-consignado-de-falecido/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="STJ (abre numa nova aba)">STJ</a>, uma das partes sustentou que a correção monetária anual da pensão alimentícia decorreria de expressa previsão legal. O recorrente acrescentou que, por decorrer diretamente da lei, a determinação de correção da pensão pelo juízo, de ofício, não seria decisão <em>extra petita</em> (fora do pedido), mas tão somente o deferimento de pedido implícito.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Contrato</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relator, ministro Marco Aurélio Bellizze, a atualização monetária de obrigações contratuais deve ser feita de acordo com a&nbsp;<strong><a target="_blank" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LEIS_2001/L10192.htm" rel="noreferrer noopener">Lei 10.192/2001</a></strong>, que expressamente afasta a incidência automática da correção e restringe essa possibilidade às prestações de trato sucessivo com prazo superior a um ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bellizze citou precedentes do STJ mostrando que os acordos firmados voluntariamente entre ex-cônjuges, por se encontrarem na esfera de sua estrita disponibilidade, devem ser considerados como verdadeiros contratos, cuja validade e eficácia dependem exclusivamente da higidez da manifestação de vontade das partes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Reconhecendo-se a natureza consensual do acordo que estabelece a obrigação alimentar entre ex-cônjuges, a incidência de correção monetária para atualização da obrigação ao longo do tempo deve estar expressamente prevista no contrato”, afirmou.</p></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Omissão</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O relator ressalvou que, embora a atualização monetária da obrigação alimentar firmada judicialmente seja legalmente determinada por “índice oficial”, a ausência dessa previsão no acordo firmado entre as partes afasta a possibilidade de atualização automática do débito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, segundo Bellizze, é necessário fazer uma interpretação sistemática e harmônica entre a regra prevista no artigo&nbsp;<strong><a target="_blank" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10406.htm#art1710" rel="noreferrer noopener">1.710</a></strong>&nbsp;do Código Civil – de que as prestações alimentícias, de qualquer natureza, serão atualizadas segundo índice oficial regularmente estabelecido – e a disposição específica acerca da correção monetária (<strong><a target="_blank" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LEIS_2001/L10192.htm" rel="noreferrer noopener">artigo 1º</a></strong>&nbsp;da Lei 10.192/2001).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Na hipótese de omissão quanto a essa exigência de prévia e expressa deliberação, a solução não poderá ser idêntica para os casos de obrigações contratuais e judiciais, uma vez que a regra específica para cada uma delas, extraída da legislação nacional, é diametralmente oposta. Assim é que, uma vez silente o contrato quanto à incidência de correção monetária para a apuração do <em>quantum</em> devido, o valor da obrigação se mantém pelo valor histórico. Por outro lado, silente a decisão judicial quanto ao índice aplicável, deverá a prestação ser corrigida, mantendo-se atualizado o valor historicamente fixado”, observou.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro explicou ainda que a pensão alimentícia não paga no prazo está sujeita à imposição da correção monetária, a qual deve incidir desde a data do vencimento da obrigação, por força da responsabilização do devedor pelos danos decorrentes de sua mora ou seu inadimplemento, conforme preceitua o artigo 395 do Código Civil de 2002.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O número deste processo não é divulgado em razão de segredo judicial.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="STJ (abre numa nova aba)" href="http://www.stj.jus.br/sites/STJ/default/pt_BR/Comunica%C3%A7%C3%A3o/noticias/Not%C3%ADcias/Atualiza%C3%A7%C3%A3o-monet%C3%A1ria-de-pens%C3%A3o-entre-ex%E2%80%93c%C3%B4njuges-exige-previs%C3%A3o-expressa-no-acordo" target="_blank"><strong>STJ</strong></a></p>
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		<title>1ª Mulher divorciada do país defende o divórcio por acreditar no amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2018 21:22:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[cartorio]]></category>
		<category><![CDATA[centro rj]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Divorcio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Arethuza de Aguiar conta que se considera uma “divorcista ferrenha” e que nunca se deixou ser desrespeitada por isso Arethuza Figueiredo Henrique Silva de Aguiar. Esse é o nome da primeira mulher a se divorciar do país. Três dias depois da sanção da lei do divórcio, que ocorreu em 26 de dezembro de 1977, Arethuza [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Arethuza de Aguiar conta que se considera uma “divorcista ferrenha” e que nunca se deixou ser desrespeitada por isso</strong><br/><br/>Arethuza Figueiredo Henrique Silva de Aguiar. Esse é o nome da primeira mulher a se divorciar do país. Três dias depois da sanção da lei do divórcio, que ocorreu em 26 de dezembro de 1977, Arethuza e seu ex-marido foram ao cartório em Niterói para que pudessem converter o desquite – documento que encerrava a sociedade conjugal – em divórcio.<br/><br/>A homologação do pedido, obtida em um dia, virou notícia em todo o país. Também, pudera: até então o casamento era indissolúvel, muito por influência da igreja católica e de setores conservadores da época.<br/><br/>Arethuza, que é advogada e juíza de paz, conta em entrevista ao Migalhas que sempre foi uma divorcista ferrenha justamente porque acredita no amor: “Eu sempre acreditei e acredito no amor. Se eu não estava feliz, como outros milhares pelo país afora, nada mais digno e certo que saíssem de um casamento fracassado”, afirma.<br/><br/>No ano em que a lei foi aprovada, os debates eram inflamados. A juíza de paz lembra de um programa, exibido pela extinta TV Tupi, no qual foi a única convidada para falar a favor do divórcio, em debate contra um padre e um jornalista antidivorcista. “Ali sim, foi um fogo cruzado”, relembra.<br/><br/>O país se encontrava em plena ditadura militar quando o divórcio foi aprovado, no governo de Ernesto Geisel. O então presidente não se deixou abalar pelas influências da igreja católica porque era luterano. A sociedade, no entanto, estava dividida: de um lado, lideranças católicas convocavam os fiéis a protestar contra “a destruição da família brasileira”. No front oposto, movimentos como a Campanha Nacional Pró-Divórcio defendiam a mudança, que, segundo eles, daria a milhões de brasileiros a chance de regularizar suas famílias.<br/><br/>Para Arethuza, o intuito nunca foi mexer com os dogmas da igreja e, sim, com a lei civil. Para ela, a possibilidade do divórcio era uma defesa que ia muito além dos interesses pessoais uma vez que tinha ciência das represálias que inúmeras pessoas sofriam, incluindo os filhos frutos de uma relação fora da lei:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Onde não existe amor, continuar dentro do casamento é um engodo e eu sabia das inúmeras represálias das pessoas que se encontravam em outra união, com filhos desta união fora do casamento formal que sofriam nas escolas que frequentavam, na sociedade como um todo, precisavam de uma proteção do Estado laico.”</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Advogada, especializada em Direito de Família, além de conhecer muito bem àquilo a que se propunha, apesar de jovem na época, afirma que nunca deu, a quem quer que seja, o direito de se deixar desrespeitar por ser uma mulher separada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="http://www.cnbsp.org.br/index.php?pG=X19leGliZV9ub3RpY2lhcw==&amp;in=MTY3NTc=&amp;filtro=1&amp;Data=" target="_blank" rel="noopener">Colégio Notarial do Brasil SP</a></strong></p>
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		<title>Pai que praticava alienação parental deve indenizar ex-mulher em R$ 50 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Apr 2018 17:34:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
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		<category><![CDATA[advogado rj]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mulher ingressou na Justiça alegando que ex-marido induziu filha a ter sentimentos negativos em relação à mãe. A 1ª câmara Cível do TJ/MS condenou um homem a indenizar a ex-mulher por praticar alienação parental com a filha do casal. A condenação por danos morais foi fixada em R$ 50 mil. De acordo com os autos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Mulher ingressou na Justiça alegando que ex-marido induziu filha a ter sentimentos negativos em relação à mãe.</strong></p>
<p>A 1ª câmara Cível do TJ/MS condenou um homem a indenizar a ex-mulher por praticar alienação parental com a filha do casal. A condenação por danos morais foi fixada em R$ 50 mil.</p>
<p style="font-weight: 400;">De acordo com os autos, o casal se divorciou em 2002 e, a partir de então, o homem tentou reatar o relacionamento com a ex-mulher. Entretanto, ao não obter êxito, ele teria passado a induzir a filha do casal para que ela desenvolvesse sentimentos negativos em relação à mãe.</p>
<p style="font-weight: 400;">Por esse motivo, em 2014, a mulher ingressou na Justiça contra o ex-marido, alegando que a alienação parental gerou graves abalos psicológicos à filha, que continua a sofrer com crises emocionais decorrentes da indução. A autora afirmou que havia sido denunciada injustamente a autoridades policiais pelo ex-marido, que buscava denegrir sua imagem. Por isso, pleiteou indenização por danos morais.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em sua defesa, o ex-marido alegou a prescrição da pretensão da autora. Ao julgar o caso, o juízo de 1º grau julgou improcedente o pedido formulado pela autora, que interpôs recurso.</p>
<p style="font-weight: 400;">Ao analisar o recurso, a 1ª câmara Cível do TJ/MS considerou que a alienação parental não cessou por muitos anos seguintes, de acordo com os depoimentos da filha e da psicóloga que a atendia após o fim do relacionamento dos pais. Para o colegiado ficou comprovada a violação direta e intencional da obrigação do genitor de promover e estimular uma relação positiva e harmoniosa entre a criança e seu outro genitor.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em relação às acusações injustas feitas pelo ex-marido às autoridades policiais, a câmara entendeu que a conduta do apelado demonstra ser uma tentativa de atingir a ex-cônjuge, já que os motivos elencados pelo genitor em ir até a polícia com a criança são torpes e incoerentes.</p>
<p style="font-weight: 400;">Com esse entendimento, o colegiado condenou o ex-marido a indenizar, por danos morais, a ex-mulher.</p>
<blockquote>
<p style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">&#8220;Considerando o ocorrido, a intensidade do dano, a duração do sofrimento, a repercussão e as consequências, bem como as condições pessoais das partes, fixo a indenização em R$ 50.000,00, pois mostra-se razoável. Tal valor deve ser corrigido pelo IGPM/FGV desde sua fixação até o efetivo pagamento, bem como juros de mora desde a citação.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="font-weight: 400;"><i><em style="font-weight: inherit;">O número do processo não será divulgado em razão de segredo de Justiça.</em></i></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI278351,61044-Pai+que+praticava+alienacao+parental+deve+indenizar+exmulher+em+R+50" target="_blank" rel="noopener">Migalhas</a></strong></p>
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		<title>Como fica a guarda dos filhos depois da separação?</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/como-fica-guarda-dos-filhos-depois-da-separacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jan 2018 12:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como funciona a guarda compartilhada, pagamento de pensão e tempo da criança com os pais após separação O Brasil teve 267.268 pedidos de divórcio aceitos em primeira instância, em 2016, de acordo com o último balanço de Registro Civil do IBGE. Desse total, pouco mais da metade envolvia filhos com idade inferior a 18 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="c-sumario" style="text-align: center;"><em>Entenda como funciona a guarda compartilhada, pagamento de pensão e tempo da criança com os pais após separação</em></p>
<p>O Brasil teve 267.268 pedidos de divórcio aceitos em primeira instância, em 2016, de acordo com o último balanço de Registro Civil do IBGE. Desse total, pouco mais da metade envolvia filhos com idade inferior a 18 anos. A guarda unilateral para a mãe ocorreu em 76% dos casos, mesmo com a chegada da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13058.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei 13.058 de 2014</a>, que coloca a guarda compartilhada como cenário ideal, desde que seja desejo das duas partes ficar com os filhos.</p>
<p>Na hora de decidir as regras, é comum que surjam dúvidas como a diferença entre convívio e domicílio, se a guarda compartilhada exime do pagamento de pensão, se quem não detém a guarda também tem responsabilidade na criação, etc.. Confira respostas para as perguntas mais frequentes.</p>
<p><b>Leia também:</b> <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/meu-filho-fez-18-anos-posso-deixar-de-pagar-pensao/" target="_blank" rel="noopener">Meu filho fez 18 anos, posso deixar de pagar a pensão?</a></p>
<h3 class="c-intertitulo">Quais são as modalidades de guarda?</h3>
<p>O Código Civil estabelece dois tipos de guarda: a unilateral e a compartilhada – esta última adotada como cenário ideal desde a entrada em vigor da Lei 13.058 de 2014. Ao contrário do que possa parecer, esse compartilhamento não diz respeito ao domicílio. A guarda compartilhada significa que os pais devem decidir conjuntamente sobre temas como escola, religião e tratamento de saúde.</p>
<p>Já a decisão sobre a residência, fixa ou alternada, acontece em um segundo momento e deve ser “equilibrada” de acordo com o artigo 1.583 do Código Civil. O termo genérico permite que a divisão seja feita por meio de um acordo entre o pai e a mãe da criança, baseado nas condições pessoais de cada uma das partes e no melhor interesse dos filhos. A advogada Beatriz Nascimento lembra que, na hora de fazer essa divisão, deve ser levada em consideração a rotina da criança e, mais importante do que a quantidade, é a qualidade do relacionamento com a criança e atenção dispensada.</p>
<h3 class="c-intertitulo">Quais são os direitos e as responsabilidades da parte que não detém a guarda?</h3>
<p>O Código Civil prevê que, independentemente da situação da guarda, os dois, pai e mãe, são responsáveis por supervisionar os interesses dos filhos, cuidar de sua criação e educação. A parte que não tem a guarda (pai ou mãe) é responsável pelo pagamento de pensão e deve autorizar ou não a mudança de cidade.</p>
<p>O advogado e professor de Direito de Família pela Fundação Getúlio Vargas Gustavo Kloh exemplifica a situação com um caso para o qual foi consultado. A mãe, argentina, gostaria de voltar a morar no seu país com seus filhos, mas isso privaria o pai da convivência com eles, por isso, caso desejasse voltar para a Argentina, ela deveria fazê-lo sozinha.</p>
<h3 class="c-intertitulo">Como o valor da pensão é estabelecido?</h3>
<p>Em primeiro lugar, é importante lembrar que a guarda compartilhada não exime do pagamento de pensão. “É muito comum as pessoas acharem que pagar pensão significa arcar apenas com os gastos com a escola e que, quando a guarda é compartilhada, nem isso seria necessário, o que não é verdade”, comenta o advogado Luiz Fernando Gevaerd. Para estipular o valor da pensão, é preciso avaliar o tempo de permanência da criança em cada casa, os gastos com saúde, educação e lazer e as condições financeiras dos pais. Quem tem mais, deve contribuir mais para que as condições materiais sejam semelhantes em ambas as casas. Gustavo Kloh aconselha que, em vez da transferência de dinheiro, as partes definam contas fixas a serem pagas, o que pode facilitar a negociação. “O normal é que quem recebe sempre acha que é pouco e quem paga sempre acha que está pagando muito”, diz o advogado. É bom lembrar que não há previsão para que a pensão não seja paga, mesmo em condições financeiras adversas.</p>
<h3 class="c-intertitulo">Como formalizar o pedido da guarda?</h3>
<p>A contratação de um advogado pode ser interpretada como uma declaração de guerra pela outra parte, mas já existem opções que podem tornar essa etapa menos dolorosa. Uma delas é começar pela mediação familiar, que pode ser feita por psicólogo, assistente social ou advogado.</p>
<p>Outra possibilidade, para quem não formalizou as regras da guarda, é o chamado divórcio colaborativo, em que as duas partes se comprometem a discutir as condições da guarda sem entrar em disputa na justiça e têm o auxílio de um advogado.</p>
<p>Para formalizar as decisões, basta fazer uma petição conjunta para que esta seja protocolada por um juiz da Vara de Família, o que pode levar cerca de um mês. A formalização das decisões perante o júri é recomendada por advogados já que acordos prévios feitos no boca a boca não serão levados em consideração no julgamento, caso haja desacordos no futuro.</p>
<h3 class="c-intertitulo"> A criança como arma de disputa</h3>
<p>A advogada e professora em Direito de Família Ana Carolina Teixeira chama a atenção para a necessidade de excluir a criança das brigas do ex-casal em um divórcio conflituoso. No Direito, práticas como desqualificar o ex-cônjuge, dificultar a visita e convivência são chamadas de alienação parental. A Lei 12.318 de 2010 é específica para coibir tais comportamentos, sob pena de sanção ou mesmo a perda da guarda. “Por mais que seja doída a separação, os pais devem buscar manter a criança fora das questões particulares do casal”, alerta Teixeira.</p>
<h4><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/justica/como-fica-a-guarda-dos-filhos-depois-da-separacao-2cmxgo77n15kuqe98dburm153" target="_blank" rel="noopener">Gazeta do Povo</a></h4>
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