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	<title>Arquivos instagram - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos instagram - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Cliente deve apagar posts e indenizar posto de gasolina por difamação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 17:50:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[gasolina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por ter agido de forma temerária, o cliente de um posto de gasolina que fez publicações no Facebook e em vários grupos de Whatsapp atacando a imagem do estabelecimento deverá pagar indenização de R$ 8 mil, por danos morais, além de apagar todas as postagens feitas. A decisão é da 9ª Vara Cível da Comarca de Belo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Por ter  agido de forma temerária, o cliente de um posto de gasolina que fez  publicações no Facebook e em vários grupos de Whatsapp atacando a imagem  do estabelecimento deverá pagar <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/bancario-consegue-majorar-indenizacao-por-transportar-valores-entre-bancos/">indenização</a> de R$ 8 mil, por danos  morais, além de apagar todas as postagens feitas. A decisão é da 9ª Vara  Cível da Comarca de Belo Horizonte. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A administração do local, 
afirma que segundo as mensagens, o posto de gasolina teria cobrado do 
motorista um valor relacionado a nove litros a mais do que havia sido 
pedido. Nas próprias imagens, o marcador de combustível do veículo 
indicava que metade do tanque estava preenchido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As postagens 
afastaram clientes do posto. Nelas, o&nbsp;cliente dizia que no local “só tem
 safados” e que caso alguém fosse lá seria “roubado”. Além disso, o 
homem ainda afirmou que as bombas de combustíveis do local são 
adulteradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi solicitado que o condutor do veículo retirasse 
todas as postagens de circulação, bem como uma compensação por danos 
morais. Ele, apesar de intimado, não apresentou contestações sobre o 
caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a juíza Moema Miranda Gonçalves, o ato não configura
 liberdade de expressão.&nbsp;&#8220;Certo é que o réu, ao realizar essas 
postagens, mostrando-se inerte e não comprovando as denúncias 
formuladas, agiu de forma temerária, visando a denegrir, injusta e 
injustificadamente, a imagem do autor, inclusive em afronta à proteção 
constitucional no art. 5º, inciso X, da Constituição&#8221;, comenta a 
magistrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo 5010400-15.2019.8.13.0024</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.conjur.com.br/2020-out-07/cliente-indenizar-posto-gasolina-difamacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Conjur (abre numa nova aba)">Conjur</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fotógrafa que teve conta profissional desativada pelo Instagram será indenizada</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/fotografa-que-teve-conta-desativada-pelo-instagram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2020 15:57:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[foto]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografo]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Plataforma também foi condenada em R$ 41.800 por descumprimento de decisão judicial. Uma fotógrafa que teve seu perfil profissional desativado pelo Instagram será indenizada em R$ 5 mil por danos morais. Além disso, o Facebook, detentor da plataforma, foi condenado ao pagamento de R$ 41.800 por descumprimento de decisão. A determinação é do juiz de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading"> Plataforma também foi condenada em R$ 41.800 por descumprimento de decisão judicial.  </h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma  fotógrafa que teve seu perfil profissional desativado pelo<a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/desembargador-esclarece-duvidas-do-consumidor-em-tempos-de-quarentena/"> Instagram</a>  será indenizada em R$ 5 mil por danos morais. Além disso, o Facebook,  detentor da plataforma, foi condenado ao pagamento de R$ 41.800 por  descumprimento de decisão. A determinação é do juiz de Direito Antônio  Cézar P. Meneses, do 9º JEC de Goiânia/GO.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A
 autora alegou que é fotógrafa profissional e que utiliza seu perfil no 
Instagram como principal vitrine de seu trabalho. Segundo ela, sua conta
 foi desativada sem qualquer aviso prévio, sob a alegação de que teria 
infringido os termos de uso da plataforma, ao se passar por outra 
pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enfatizou ainda que fez todo o procedimento solicitado pela ré para confirmar sua identidade, porém sua conta não foi reativada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em
 contestação, a empresa alegou que a desativação da conta ocorreu porque
 a autora violou as políticas de autenticidade ao publicar fotos de 
terceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, o juiz observou que a autora utilizava sua conta virtual para divulgação do seu trabalho fotográfico.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Nota-se  que antes da desativação do seu perfil ela tinha 257 publicações e mais  de 10 mil seguidores. Portanto, como se tratava de um perfil  profissional, voltado para atividade fotográfica, é evidente que caberia  a parte ré facultar à autora provar que tinha autorização de seus  clientes, para publicar suas fotografias. E, neste ponto, entendo que a  ré agiu de forma arbitrária, ao deixar de conceder o direito ao  contraditório e ampla defesa à autora.&#8221;</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Para
 o magistrado, a ré não respeitou o contraditório, pois todas as 
comunicações ocorridas entre ela e a autora foram realizadas 
posteriormente ao bloqueio do perfil.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Não  só isso, diante do descumprimento da tutela de urgência, a ré deve ser  condenada também ao pagamento da multa, a qual deve ser limitada ao teto  do juizado.&#8221;</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo o juiz, o dano extrapatrimonial restou plenamente configurado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Ora,  a exclusão da conta, de forma indevida, certamente comprometeu a  divulgação de seu trabalho, sendo perfeitamente admissível que este fato  tenha lhe causado instabilidade emocional que ultrapassou de  sobremaneira as raias do mero aborrecimento cotidiano.&#8221;</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Sendo
 assim, condenou o Facebook ao cumprimento de obrigação de fazer, 
consistente na reativação da conta no Instagram; ao pagamento de R$ 5 
mil por danos morais; e diante do descumprimento da tutela de urgência, 
ordenou o pagamento de R$ 41.800.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O advogado Manoel Pereira Machado Neto representou a fotógrafa.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Processo: 5056628-41.2020.8.09.0051</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Leia a <a rel="noreferrer noopener" href="https://migalhas.uol.com.br/arquivos/2020/10/0185EE245C4A2C_decisaoinstagramfotografa.pdf" target="_blank">decisão</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://migalhas.uol.com.br/quentes/334215/fotografa-que-teve-conta-profissional-desativada-pelo-instagram-sera-indenizada" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Migalhas (abre numa nova aba)">Migalhas</a></p>
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