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	<title>Arquivos lei seca - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
	<lastBuildDate>Mon, 29 Apr 2019 21:36:33 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos lei seca - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Anulada multa de motorista que se recusou a fazer teste do bafômetro</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/anulada-multa-de-motorista-que-se-recusou-a-fazer-teste-do-bafometro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 21:36:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[advogado rj]]></category>
		<category><![CDATA[bafômetro]]></category>
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		<category><![CDATA[lei seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Houve falta de complementação de dados sobre sinais de comprometimento da capacidade do condutor. A juíza de Direito Lucilene Aparecida Canella de Melo, do Juizado Especial da Fazenda Pública de Ribeirão Preto/SP, julgou procedente ação de um motorista que buscava anular multa por ter se recusado a fazer o teste do bafômetro. A magistrada entendeu que houve [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"> Houve falta de complementação de dados sobre sinais de comprometimento da capacidade do condutor. </h3>



<p class="wp-block-paragraph"> A juíza de Direito Lucilene Aparecida Canella de Melo, do Juizado Especial da Fazenda Pública de Ribeirão Preto/SP, julgou procedente ação de um <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/limite-de-pontos-para-suspender-cnh/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="motorista  (abre numa nova aba)">motorista </a>que buscava anular multa por ter se recusado a fazer o teste do bafômetro. A magistrada entendeu que houve falta de complementação de dados referentes a sinais de comprometimento da capacidade psicomotora do condutor. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O motorista ajuizou ação contra o <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/detran-e-condenado-a-indenizar-motorista-que-teve-carro-apreendido-e-leiloado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Detran (abre numa nova aba)">Detran</a>/SP e contra o DER alegando que a mera recusa ao teste do bafômetro não poderia jamais ensejar o seu enquadramento na norma que dispõe sobre infração de quem dirige sob efeito de álcool.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, a juíza verificou que a lei&nbsp;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13281.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">13.281/16</a>&nbsp;trouxe novas disposições para o&nbsp;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13281.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CTB</a>e que a recusa do condutor em realizar o teste se deu antes da vigência da nova lei. A legislação que valia à época do auto de infração tratava não da imposição de sanções pela mera recusa, mas, sim, pela possibilidade de indicação, pela autoridade, de outras condições que permitissem concluir pelo uso de álcool ou outra substância psicoativa causadora de dependência pelo condutor do veículo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, ela entendeu que deve ser invalidado o auto de infração por falta de complementação de dados referentes a sinais de comprometimento da capacidade psicomotora do condutor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A causa foi patrocinada pelos advogados Luiz Carlos Brisotti, Carlos André Benzi Gil e Marcelo Stocco.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Processo:&nbsp;<a href="https://esaj.tjsp.jus.br/cpopg/show.do?processo.foro=506&amp;processo.codigo=E2000BJIN0000" target="_blank" rel="noreferrer noopener">1027825-43.2017.8.26.0506</a></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Veja a&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2019/4/art20190426-08.pdf" target="_blank">íntegra</a>&nbsp;da decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Migalhas (abre numa nova aba)" href="https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI301248,51045-Anulada+multa+de+motorista+que+se+recusou+a+fazer+teste+do+bafometro" target="_blank"><strong>Migalhas</strong></a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lei Seca ficou mais rígida nos últimos anos</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/lei-seca-ficou-mais-rigida-nos-ultimos-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jul 2018 15:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Álcool]]></category>
		<category><![CDATA[bafômetro]]></category>
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		<category><![CDATA[direito de trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[lei seca]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A única forma segura de escapar de uma blitz da Lei Seca é não beber e dirigir Antes mesmo do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de 1997, a legislação já proibia dirigir depois de beber álcool, embora a fiscalização fosse frágil e sem métodos de comprovação. Em 1997, essa história mudou, mas foi só [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="content-head__subtitle" style="text-align: center;"><strong>A única forma segura de escapar de uma blitz da Lei Seca é não beber e dirigir</strong></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="2">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Antes mesmo do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de 1997, a legislação já proibia dirigir depois de beber álcool, embora a fiscalização fosse frágil e sem métodos de comprovação.</p>
</div>
<div class="wall">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em 1997, essa história mudou, mas foi só em 2008 que entrou em vigor a chamada Lei Seca, que reduziu a tolerância para a quantidade de álcool no organismo. Desde então, <a href="https://g1.globo.com/carros/noticia/autuacoes-pela-lei-seca-crescem-ano-a-ano-e-ja-passam-de-17-milhao-desde-2008.ghtml">mais de 1,7 milhão de autuações foram feitas no país</a>, segundo um levantamento do <strong>G1</strong>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No entanto, essa lei ainda tinha brechas permissivas, que foram reduzidas em 2012 e 2016, ano em que todas as multas subiram de valor, aumentando o peso da punição.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="5">
<div class="content-intertitle">
<h2>Como é a Lei Seca agora?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com o artigo 165 do CTB, o condutor flagrado dirigindo sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência comete uma <strong>infração gravíssima</strong>.</p>
</div>
</div>
<h1 data-track-category="Link no Texto"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4002" src="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/07/leiseca-mudancas-v3-min.png" alt="" width="984" height="2174" srcset="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/07/leiseca-mudancas-v3-min.png 984w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/07/leiseca-mudancas-v3-min-136x300.png 136w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/07/leiseca-mudancas-v3-min-463x1024.png 463w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/07/leiseca-mudancas-v3-min-768x1697.png 768w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/07/leiseca-mudancas-v3-min-695x1536.png 695w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/07/leiseca-mudancas-v3-min-927x2048.png 927w" sizes="(max-width: 984px) 100vw, 984px" /></h1>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="10" data-block-id="8">
<div class="content-intertitle">
<h2>Qual é a punição o motorista que for pego embriagado?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Atualmente, a multa gravíssima é de R$ 293,47, mas a nova Lei Seca multiplica esse valor por 10, chegando a <strong>R$ 2.934,70</strong>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além da punição no bolso, o motorista tem a <strong>CNH recolhida</strong> e responde a um processo administrativo que leva a <strong>suspensão do direito de dirigir por 12 meses</strong> &#8211; depois de todos os recursos possíveis. O veículo também é retido até que um outro condutor habilitado se apresente.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Se o motorista for flagrado novamente dirigindo embriagado dentro de 1 ano, a <strong>multa será dobrada, para R$ 5.869,40</strong>, e a CNH pode ser cassada.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="9" data-block-id="13">
<div class="content-intertitle">
<h2>Mas qual é o limite para beber e dirigir?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://g1.globo.com/carros/noticia/brasil-e-um-dos-poucos-paises-com-tolerancia-zero-para-alcool-e-direcao.ghtml"><strong>Não há tolerância</strong> para qualquer nível de concentração de álcool no corpo</a>. Existe apenas uma margem de erro definida pelo Inmetro para os bafômetros, por isso a infração é confirmada se o resultado do teste for igual ou superior a 0,05 mg/L de ar expelido.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="18" data-block-id="15">
<div class="content-intertitle">
<h2>Se eu tiver tomado uma cerveja e meus reflexos parecem estar em perfeitas condições, ainda assim serei multado?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Sim. O motorista que consumir álcool e for flagrado ao volante será punido, mesmo que não esteja dirigindo de forma mais perigosa.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="10" data-block-id="17">
<div class="content-intertitle">
<h2>Quanto tempo leva para o álcool ser eliminado do corpo?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Não há um tempo exato, porque fatores como idade, sexo, peso e estômago cheio, entre outros, podem alterar medição &#8211; em alguns casos até dobrando o tempo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em testes, uma quantidade de uísque de 100 ml, o equivalente a 2 latas de cerveja ou 2 taças de vinho, levou até 5 horas para ser eliminada do organismo, mas algumas pessoas levaram a metade do tempo e outras muito mais.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na verdade, como a variação é muito grande de pessoa para pessoa, a única forma segura de escapar do bafômetro é <strong>não beber e dirigir</strong>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="21">
<div class="content-intertitle">
<h2>E se eu comi um bombom de licor?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Quantidades pequenas de álcool são eliminadas mais rapidamente. Se você comeu o bombom poucos minutos antes de uma blitz, é possível que o bafômetro acuse algum sinal de álcool suficiente para levar multa. Mas é possível repetir o teste depois de 15 minutos para confirmar a medição.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em testes, voluntários consumiram bombom de licor e usaram enxaguante bucal com álcool. O bafômetro acusou a presença, mas depois de 25 minutos todos registraram zero no teste.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="9" data-block-id="25">
<div class="content-intertitle">
<h2>E se eu me recusar a soprar no bafômetro?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O motorista que se negar a fazer o teste, mesmo que não aparente embriaguez, é punido da mesma forma que o motorista alcoolizado, ou seja, multa de R$ 2.934,70, suspensão por 12 meses e retenção do veículo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A nova regulamentação também permite que a autoridade possa constatar embriaguez se houver <strong>alteração da capacidade psicomotora</strong>(cambalear, sonolência, hálito, atitude, desorientação, etc) ou até por meio de imagem, vídeo ou testemunho.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para confirmar a alteração, a autoridade deve considerar não somente um sinal, mas um conjunto de sinais, e incluir a descrição no auto da infração.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="29">
<div class="content-intertitle">
<h2>Posso ser preso?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Sim. O motorista que for flagrado com concentração igual ou superior a 0,3 mg de álcool por litro de ar ou de 0,6 g/L no sangue pode ser multado pelo artigo 165 e também enquadrado em <strong>crime de trânsito (artigo 306)</strong>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Neste caso, a autoridade também pode constatar embriaguez com observação de sinais de alteração da capacidade psicomotora.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Se for constatada a embriaguez nestes níveis, o condutor é levado a uma delegacia, onde é aberto um inquérito e o Ministério Público decide se faz uma denúncia, que em seguida é aceita ou não por um juiz.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Se não houver acidente com vítima, o delegado pode estipular uma fiança, e o acusado que pagar responde ao processo em liberdade.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A pena para esse crime é de <strong>detenção de 6 meses a 3 anos</strong>, multa e suspensão temporária da carteira de motorista ou proibição permanente de se obter a habilitação.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="35">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No entanto, é muito difícil o motorista voltar à prisão ao final do processo. Mesmo se for condenado, a punição pode ser revertida em prestação de serviço à comunidade ou pagamentos de cestas básicas, por exemplo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="11" data-block-id="36">
<div class="content-intertitle">
<h2>E se o motorista embriagado se envolver em acidente com vítima?</h2>
</div>
</div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="37">Se causar <strong>morte (homicídio culposo)</strong> e for pego em flagrante, o motorista é levado a uma delegacia, mas uma fiança só pode ser estipulada por um juiz durante audiência. Desse modo, a <strong>liberação não é imediata</strong>.</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="39">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A lei define <strong>pena de 5 a 8 anos de prisão</strong>, mas ainda pode ser convertida em pagamento de cestas básicas ou trabalho comunitário ao final do processo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="40">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nos casos em que há <strong>lesão grave</strong> (feridos sem intenção), a punição é de <strong>2 a 5 anos</strong>. Nestes casos, o delegado também não poderá conceder fiança.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Fonte: <a href="https://g1.globo.com/carros/noticia/lei-seca-ficou-mais-rigida-nos-ultimos-anos-veja-o-que-pode-e-o-que-nao-pode.ghtml" target="_blank" rel="noopener">G1</a></strong></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Motorista não pode ser multado por se recusar a fazer o bafômetro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2018 16:09:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esta foi a manifestação do Ministério Publico Federal – MPF, em Recurso Especial interposto pelo Detran/ RJ, em um caso envolvendo um motorista que foi multado por se recusar a fazer o teste do bafômetro, quando parado na fiscalização (“blitz”) da denominada “Lei Seca”, realizada no estado do Rio de Janeiro. Tal posicionamento do MPF [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta foi a manifestação do Ministério Publico Federal – MPF, em Recurso Especial interposto pelo Detran/ RJ, em um caso envolvendo um motorista que foi multado por se recusar a fazer o teste do bafômetro, quando parado na fiscalização (“blitz”) da denominada “Lei Seca”, realizada no estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Tal posicionamento do MPF sustenta que a simples recusa à realização do teste do bafômetro, não implica, por si só, no reconhecimento do estado de embriaguez, isto porque existe no Brasil a proibição da obrigação do indivíduo se autoincriminar, uma vez que cabe à autoridade fiscalizadora a prova da embriaguez, para a aplicação das sanções previstas no art. 165 do CTB. A prova da embriaguez poderá ser realizada de várias maneiras, de acordo com o previsto no art. 277 do CTB, como, por exemplo, pelo exame pericial, pela prova testemunhal, ou até pela descrição do estado físico e mental do motorista.</p>
<p>Esta manifestação do MPF também teve por base o disposto na Resolução nº 206/2006, do Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN, que dispunha que, quando da recusa à realização dos testes, dos exames e da perícia, a infração poderia ficar caracterizada, de acordo com esta Resolução, mediante a obtenção de outras provas, acerca da presença de sinais resultantes do consumo de álcool ou de qualquer substância entorpecente.</p>
<p>No caso em questão, a Oitava Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro cancelou as penalidades impostas ao motorista, anulando a aplicação da multa pela simples recusa em fazer o teste do bafômetro, isto porque, se assim não fosse, caracterizaria uma violação à vedação da autoincriminação, do direito ao silêncio, da ampla defesa e do princípio da presunção de inocência.</p>
<p>Neste mesmo sentido entendeu a 11ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo, que anulou o auto de infração e afirmou, em acórdão, que o simples fato do condutor não ter se submetido voluntariamente ao exame de etilômetro, não justifica a sua autuação com as mesmas penas previstas à quem for flagrado dirigindo sob a influência de álcool.</p>
<p>Portanto, com esta decisão do TJ/RJ, agora também cristalizada na manifestação do MPF junto ao STJ, e também com a decisão do TJ/SP, fica evidente que, apesar da luta para se enfrentar o alcoolismo ao volante, não é possível, nem aceitável, num Estado Democrático de Direito, que garantias e princípios, legais e constitucionais, sejam flexibilizados ou desprezados, sob pena de se criar precedentes perigosos de violação às garantias do cidadão.</p>
<p>O Estado deve agir preventivamente para diminuir tantas mortes no trânsito, conscientizando a população, para que jamais beba e dirija; caso isso não resolva, que se puna o infrator, todavia sempre dentro da lei, pois não é permitido ao Estado, por seus agentes, cometer ilegalidades para obrigar o cidadão a cumprir a lei.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/motorista-nao-pode-ser-multado-por-se-recusar-a-fazer-o-bafometro/" target="_blank" rel="noopener">Estadão</a></strong></p>
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		<title>Lei Seca fica mais rígida a partir desta quarta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Apr 2018 15:32:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lei de dezembro alterou Código de Trânsito Brasileiro (CTB) Penas mais duras e até cadeia. A partir desta quarta-feira (18), passa a valer, em todo o Brasil, a Lei n° 13.546/2017, que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e torna a Lei Seca ainda mais rígida. Agora, quem cometer homicídio ou provocar lesão grave [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Lei de dezembro alterou Código de Trânsito Brasileiro (CTB)</strong></p>
<p class="bodytext">Penas mais duras e até cadeia. A partir desta quarta-feira (18), passa a valer, em todo o Brasil, a Lei n° 13.546/2017, que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e torna a Lei Seca ainda mais rígida. Agora, quem cometer homicídio ou provocar lesão grave ou gravíssima enquanto estiver dirigindo sob efeito de álcool ou de outra substância psicoativa pode ir preso e cumprir pena maior.</p>
<blockquote>
<p class="bodytext">“As mudanças foram basicamente nos crimes de lesão à vida. Nos outros aspectos, a lei continua igual”, adianta o coordenador de fiscalização de veículos do Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran-BA), o capitão Márcio Santos.</p>
</blockquote>
<p class="bodytext">No caso do homicídio, as penas do artigo 302 foram ampliadas &#8211; antes, era de dois a quatro anos, mas agora pode ir de cinco a oito anos de reclusão. Isso acontece porque a qualificadora de alcoolemia foi adicionada.</p>
<blockquote>
<p class="bodytext">“Antes, não tinha a qualificadora. Era detenção de dois a quatro anos e, com essa pena máxima, era possível que o condutor pagasse fiança. Agora, o delegado não pode mais arbitrar fiança. Quando entrar em vigor, não vai acontecer mais aquela coisa de condutor que tira a vida de alguém e é levado preso ser liberado depois da fiança”, diz o capitão Márcio Santos.</p>
</blockquote>
<p class="bodytext">Para o condutor alcoolizado que causar uma lesão grave ou gravíssima, a penalidade também cresceu. De acordo com a nova lei, ele pode ser condenado a reclusão de dois a cinco anos. Antes, a detenção poderia ser de seis meses a dois anos – na prática, ninguém ia preso. Diferente da situação de homicídio, o CTB ainda permite fiança em casos de lesão corporal.</p>
<p class="bodytext"><strong>Fixação da pena</strong><br />
Ainda referente à Lei Seca, houve outra mudança no artigo 291: o juiz vai fixar a pena base “dando atenção especial à culpabilidade do agente e às circunstâncias e consequências do crime”. “Ou seja, o juiz passa agora a avaliar qual é o nível de culpa do condutor e as circunstâncias do crime que se deu, além de outros critérios, como antecedentes, etc”, explica o capitão Márcio Santos, do Detran.</p>
<p class="bodytext"><strong>O que continua</strong><br />
Para quem não comete nenhum crime de lesão à vida no trânsito, as penas do CTB continuam iguais. Isso inclui desde aqueles condutores que, ao serem parados nas blitze de alcoolemia, se recusam a fazer o teste do bafômetro até os que aceitam. Mesmo sem fazer o teste, o condutor pode ir parar na delegacia (veja ao lado).</p>
<p class="bodytext">Nos dois casos, os motoristas terão que pagar a multa de R$ 2.934,70. A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) será recolhida e outro condutor habilitado terá que  retirar o carro do local.</p>
<p class="bodytext">Se o teor de álcool ficar entre 0,05 mg/l e 0,33 mg/l, o motorista vai responder administrativamente. Se for maior do que 0,34 mg/l, ele deve ser levado imediatamente a uma delegacia e vai responder também por crime de trânsito, cuja pena é de seis meses a três anos.</p>
<p><strong>Recusa e CNH suspensa</strong><br />
No ano passado, mais de 93% dos condutores abordados em blitz da Lei Seca se recusaram a fazer o teste do bafômetro. “E, mesmo o condutor se recusando, ainda pode ser encaminhado à delegacia se apresentar características de capacidade motora afetada, como desequilíbrio, estar desorientado, hálito etílico&#8230; Ou seja, um conjunto de sinais que demonstrem que ele não tem capacidade de estar conduzindo um veículo”, alerta o capitão Márcio Santos, do Detran.</p>
<p class="bodytext"><strong>Alerta para condutores</strong><br />
A mudança no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) é vista com bons olhos por quem entende do assunto. Na avaliação do advogado especialista em trânsito Clezer Souza, consultor da Federação Nacional das Associações de Detran (Fenasdetran), quando as penas começarem a ser aplicadas, vão servir para alertar os condutores.</p>
<p class="bodytext">“Antes mesmo de entrar em vigor, a gente percebeu que as pessoas estavam preocupadas. Quando aparecer o primeiro caso de condutor que ficar na cadeia por um tempo, as pessoas vão começar a se policiar com a direção”, acredita Clezer.</p>
<p class="bodytext">Para ele, a Lei Seca é benéfica para diminuir acidentes – especialmente nas rodovias. No entanto, devido à demora nos julgamentos dos processos de suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), ele acredita que ela pode ser associada somente ao pagamento da multa de R$ 2.934,70.</p>
<blockquote>
<p class="bodytext">“A partir do momento que a pessoa é autuada, primeiro ela paga a multa e depois o Detran tem até cinco anos para instaurar um processo. Isso faz com que o cidadão ache que pode só pagar a multa, sem as outras penalidades, que incluem passar um ano sem dirigir”, explica o advogado.</p>
</blockquote>
<p class="bodytext">Além do prazo de cinco anos para instaurar um processo, o Detran tem até cinco anos para julgá-lo pela Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari). O capitão Márcio Santos, coordenador de fiscalização de veículos do Detran-BA, admite que o órgão tem uma demanda grande, mas que tenta cumprir o prazo determinado pela lei.<br />
No entanto, se a infração não for julgada pela Jari em um prazo intercorrente de até três anos, ela acaba prescrevendo, informou o capitão Márcio Santos.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/ate-cadeia-lei-seca-fica-mais-rigida-a-partir-desta-quarta-18/" target="_blank" rel="noopener">Correio 24 Horas</a></strong></p>
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		<title>Operação Lei Seca no Estado do RJ terá reforço no Carnaval</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2018 02:09:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No total, serão realizadas 70 ações em todo o Estado. A Operação Lei Seca no Estado do Rio de Janeiro vai reforçar as ações de fiscalização e conscientização durante o Carnaval. O esquema especial, que será iniciado na sexta-feira (9) e vai até terça-feira (13), contará com todo o efetivo nas ruas, que soma 250 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>No total, serão realizadas 70 ações em todo o Estado.</em></p>
<p class="text">A Operação Lei Seca no Estado do Rio de Janeiro vai reforçar as ações de fiscalização e conscientização durante o Carnaval. O esquema especial, que será iniciado na sexta-feira (9) e vai até terça-feira (13), contará com todo o efetivo nas ruas, que soma 250 agentes. Serão realizadas ao todo 70 ações neste período, inclusive durante o dia, nas saídas dos blocos de rua, das praias e cachoeiras do estado. As operações acontecerão na capital, na Região Metropolitana e no interior fluminense.</p>
<p class="text">Um grupo de homens-balão, uma espécie de fantasia em alusão ao balão utilizado nas blitzes da Lei Seca, estará nos blocos de rua com maior concentração de pessoas, como a Banda de Ipanema (dia 10), Simpatia é Quase Amor (dia 11), AfroReggae (dia 12) e Orquestra Voadora (dia 13).</p>
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<p class="text">Além disso, a Lei Seca vai intensificar as ações de educação nas ruas para alertar sobre o perigo da mistura entre álcool e direção.</p>
<p class="text">&#8220;Além da blitz de fiscalização, já conhecida pelos motoristas, vamos intensificar as ações educativas. Este ano, teremos a presença dos homens-balão, que é um grande sucesso no Carnaval, para reforçar a mensagem que a  Operação Lei Seca não se cansa de repetir: Nunca Dirija Depois de beber!&#8221;, ressaltou o coordenador da Operação Lei Seca, tenente-coronel Marcos Andrade.</p>
<p class="text"><strong>Balanço dos anos anteriores</strong></p>
<p class="text">No ano passado, 5.747 motoristas foram abordados pela Operação Lei Seca no período do Carnaval. Do total de abordagens, 451 motoristas apresentavam sinais de embriaguez, o que representa 7,8% do número total.</p>
<blockquote>
<p class="text">&#8220;Este ano, ficaremos mais horas nas ruas do Estado do Rio de Janeiro. Vamos atuar de dia e de noite. O nosso objetivo é proporcionar mais segurança ao folião na volta para casa&#8221;, reforçou o coordenador da Operação Lei Seca, tenente-coronel Marcos Andrade.</p>
</blockquote>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www.terra.com.br/diversao/carnaval/rio-de-janeiro/operacao-lei-seca-no-estado-do-rj-tera-reforco-no-carnaval,ff33198b3aef4ab492e5ef28966c8c63dn3gejj1.html" target="_blank" rel="noopener">Terra</a></strong></p>
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		<title>Blitzes diurnas da Lei Seca vão até fevereiro</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/blitzes-diurnas-da-lei-seca-vao-ate-fevereiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2018 15:57:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Operação Verão será realizada nos principais acessos às praias, áreas de lazer e cachoeiras RIO &#8211; As blitzes da Lei Seca serão intensificadas a partir desta quinta-feira (04/01/2018), no Rio, com fiscalizações durante o dia. Batizada de Operação Verão, as ações diurnas acontecem até fevereiro e serão realizadas nos principais acessos às praias, áreas de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="large-16">
<div class="head-materia">
<p style="text-align: center;"><em>Operação Verão será realizada nos principais acessos às praias, áreas de lazer e cachoeiras</em></p>
<p>RIO &#8211; As blitzes da Lei Seca serão intensificadas a partir desta quinta-feira (04/01/2018), no Rio, com fiscalizações durante o dia. Batizada de Operação Verão, as ações diurnas acontecem até fevereiro e serão realizadas nos principais acessos às praias, áreas de lazer e cachoeiras da cidade. Além da capital, o reforço também vai ocorrer na Região Metropolitana e no interior do estado.</p>
<p>Este é o quarto ano consecutivo da Operação Verão. Em 2017, de acordo com a Secretaria estadual de Governo, foram abordados 17.716 motoristas durante o projeto. Deste total, mil apresentaram sinais de embriaguez.</p>
<p>Desde que a Operação Verão começou, o número de abordagens vem aumentando a cada ano. Em 2016, foram 5.814 condutores parados na blitz, sendo que 538 haviam ingerido álcool. No ano anterior, em 2015, os agentes abordaram 4.970 pessoas e flagraram 350 com sinais de alcoolemia.</p>
<p>&#8211; O carioca aprendeu a se organizar com relação aos hábitos de beber e dirigir à noite por causa das operações Lei Seca, mas isso ainda não acontece durante o dia. Nossos agentes de educação já trabalham nos calçadões das orlas há oito anos para motoristas entenderem que os riscos de acidentes de trânsito envolvendo álcool e direção não têm hora – explicou o coordenador da Lei Seca, tenente-coronel Marco Andrade.</p>
<p>Durante o verão, os agentes também vão promover ações educativas para alertar a população sobre os riscos de beber e dirigir. As blitzes à noite continuarão sendo realizadas normalmente.</p>
<p>Fonte: <a href="https://oglobo.globo.com/rio/blitzes-diurnas-da-lei-seca-comecam-nesta-quinta-vao-ate-fevereiro-22255349" target="_blank" rel="noopener">O Globo</a></p>
</div>
</div>
<div class="row">
<div class="large-16 columns">
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<div class="meta"></div>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Primeira Turma mantém condenação de acusado por dirigir sob influência de álcool</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Dec 2017 20:21:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão foi unânime. A 1ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, por unanimidade, negou provimento ao recurso do réu e manteve a sentença que o condenou por dirigir sob influência de álcool. Segundo a denúncia oferecida pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, os agentes de trânsito abordaram [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>A decisão foi unânime.</em></p>
<p>A 1ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, por unanimidade, negou provimento ao recurso do réu e manteve a sentença que o condenou por dirigir sob influência de álcool.</p>
<p>Segundo a denúncia oferecida pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, os agentes de trânsito abordaram o acusado em razão de o mesmo ter ingressado com seu veículo, de forma abrupta e derrapando os pneus, em um estacionamento em Águas Claras. Outros motoristas já haviam avisado aos agentes que o acusado vinha dirigindo de maneira perigosa e quase teria causado um acidente. Os representantes do departamento de trânsito constataram que o acusado apresentava evidente estado de embriaguez, além de não possuir habilitação, nem certificado do veículo. Por fim, o acusado tentou fugir, razão pela qual foi imobilizado e conduzido para a Delegacia de Policia.</p>
<p>O réu foi citado e apresentou resposta à acusação por intermédio da Defensoria Pública.</p>
<p>O juiz titular da Vara Criminal de Águas Claras condenou o réu pela prática do crime descrito no <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-transito-brasileiro-306" target="_blank" rel="noopener">artigo 306</a>, §1º, I, e <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-transito-brasileiro-298" target="_blank" rel="noopener">artigo 298</a>, III, ambos do <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-transito-brasileiro-1" target="_blank" rel="noopener">Código de Trânsito Brasileiro</a>, e fixou a pena em 10 meses de detenção, em regime aberto, multa, e seis meses de suspensão do direito de dirigir. Como estavam presentes os requisitos legais, o magistrado substituiu a pena restritiva de liberdade, por uma pena restritiva de direitos, a ser definida pelo juiz da vara de execuções competente.</p>
<p>Inconformado, o réu apresentou recurso, no qual pleiteou sua absolvição por não ter sido flagrado embriagado enquanto conduzia o veículo automotor, e que não haviam provas suficientes para sua condenação, mas os desembargadores entenderam que sentença deveria ser mantida em sua integralidade, e registraram: “As teses trazidas pela Defesa não encontram amparo nos autos, tendo em vista que os fatos narrados na denúncia foram comprovados ao término da instrução processual. São irrefutáveis as declarações dos agentes de trânsito no sentido de que a direção perigosa praticada pelo recorrente ao conduzir o veículo tinha sido denunciada por outros motoristas, sendo que, posteriormente, os próprios agentes presenciaram a manobra um tanto tumultuada feita pelo recorrente ao avistá-los. Ao procederem a abordagem do motorista, as testemunhas ouvidas também confirmaram que este aparentava vários sinais físicos de embriaguez, tais como hálito e odor etílicos, fala cambaleante e olhos vermelhos. Além disso, foram encontrados frascos de bebida alcoólica no interior do veículo”.</p>
<p><b>Processo: 20161610014247</b></p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/primeira-turma-mantem-condenacao-de-acusado-por-dirigir-sob-influencia-de-alcool" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></p>
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		<title>Quando uma multa pode ser anulada?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2017 00:16:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recorrer de uma multa de trânsito é um direito de todo condutor. E nessas horas, nada melhor do que poder contar com a ajuda de quem entende do assunto! Entenda como funciona o processo administrativo de anulação de multas: 1. Ao cometer uma infração, o órgão de trânsito notifica o condutor da suposta infração, oportunizando-o, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Recorrer de uma multa de trânsito é um direito de todo condutor. E nessas horas, nada melhor do que poder contar com a ajuda de quem entende do assunto!</p>
<p>Entenda como funciona o processo administrativo de anulação de multas:</p>
<p>1. Ao cometer uma infração, o órgão de trânsito notifica o condutor da suposta infração, oportunizando-o, já neste momento, a se defender por meio da Defesa de Autuação;</p>
<p>2. Sendo a Defesa de Autuação julgada improcedente, o condutor é notificado da aplicação da penalidade. Neste momento, poderá pagar a multa e/ou recorrer em primeira instância, à Junta Administrativa de Recursos de Infrações – JARI;</p>
<p>3. Por sua vez, sendo o recurso deferido, a infração será cancelada e seu registro arquivado, ficando o condutor isento da aplicação da penalidade;</p>
<p>4. Caso contrário, o condutor poderá recorrer mais uma vez, em 2ª instância, ao Conselho Estadual de Trânsito ou ao Conselho de Trânsito do Distrito Federal, dependendo da localidade.</p>
<p>5. Os CETRANs ou CONTRADIFE são órgãos autônomos e independentes, desvinculados de qualquer órgão de trânsito, cujas principais funções são julgar os recursos de infrações de trânsito em segunda e última instância.</p>
<p>6. Novamente, sendo os argumentos julgados suficientes, a infração é anulada e o condutor se eximirá de qualquer penalidade. Ao contrário, a esfera administrativa se exauri e o condutor só poderá recorrer novamente junto ao Poder Judiciário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DOCUMENTOS NECESSÁRIOS</strong></p>
<ul>
<li>Requerimento devidamente assinado pelo interessado, apresentando os elementos que justifiquem o cancelamento da penalidade aplicada.</li>
<li>Cópia legível do RG/CNH do recorrente.(Em caso de pessoa jurídica juntar também cópia do contrato social)</li>
<li> Cópia da Notificação de Penalidade e /ou cópia do AIT .</li>
<li> Cópia do documento do veículo.</li>
<li>Eventuais elementos/provas para demonstração dos argumentos apresentados.</li>
</ul>
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		<title>TJES – Homem que viajava com o braço para fora de ônibus deve ser indenizado após acidente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2017 12:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por ter contribuído para o dano sofrido, passageiro deve receber 40% da indenização pretendida. Um morador de Serra que viajava com o braço para fora em um coletivo da linha municipal deve ser indenizado em R$ 4 mil por danos estéticos, após ter o membro lesionado durante um acidente. Ao fazer uma manobra para sair [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por ter contribuído para o dano sofrido, passageiro deve receber 40% da indenização pretendida.</p>
<p>Um morador de Serra que viajava com o braço para fora em um coletivo da linha municipal deve ser indenizado em R$ 4 mil por danos estéticos, após ter o membro lesionado durante um acidente. Ao fazer uma manobra para sair do ponto, o ônibus acabou raspando a sua lateral direita contra o outro veículo, ferindo o braço do passageiro.</p>
<p>A companhia de viação e sua seguradora devem responder solidariamente pelos danos causados ao requerente, que também deve receber R$ 5 mil, descontados o valor de R$ 4.982,00 recebidos do seguro DPVAT, totalizando R$ 17,50 a título de danos morais.</p>
<p>Por fim, os requeridos devem reparar o passageiro pelos 13 meses em que ele ficou impossibilitado de trabalhar, deixando de receber os rendimentos comprovados em R$ 1.146,20 mensais.</p>
<p>Como o requerente contribuiu para o acidente, teve sua pretensão indenizatória reduzida em sessenta por cento, recebendo um total de R$ 5.960,24 como pensão pelo período em que não pôde exercer suas funções.</p>
<p>Segundo o perito, o autor sofreu discreta atrofia muscular do braço e antebraço esquerdo, cicatriz traumática com depressão muscular e cicatriz cirúrgica de 14 centímetros na região posterior do antebraço, com redução em grau mínimo do cotovelo.</p>
<p>Nas alegações da defesa, tanto a viação como a seguradora apontaram o autor como responsável pelo dano sofrido, pois se encontrava com o braço completamente para fora do ônibus sendo sua conduta causa determinante da lesão.</p>
<p>Segundo o magistrado da 3ª Vara Cível da Serra, a atitude do requerente serviu como causa do acidente que sofrera, posto que se expôs a perigo de dano, colocando, ao menos, o cotovelo para o lado de fora do veículo.</p>
<p>Para o juiz, a conduta do autor se configura como verdadeiro ato ilícito, posto que o contrato de transporte não permite ao mesmo agir de forma perigosa dentro do ônibus, expondo-se a riscos desnecessários, devendo respeitar as normas de segurança para o uso do transporte público coletivo.</p>
<p>Porém, de acordo com as provas apresentadas, o autor não foi o único responsável pelo acidente. Em sua decisão o magistrado explica que as testemunhas foram unânimes em apontar que houve um pequeno choque entre o ônibus, onde estava o requerente, e um outro coletivo, que se encontrava parado no ponto no momento do acidente.</p>
<p>O magistrado acrescenta que, apesar do motorista do ônibus ter dito inicialmente que não houve qualquer colisão entre os veículos, em momento posterior acabou confirmando que houve o atrito entre a borracha do vidro de proteção de uma janela próxima ao passageiro, com o ônibus que estava parado no ponto.</p>
<p>“Portanto, demonstrada a culpa concorrente no acidente, surge para a requerida o dever de indenizar o autor pelos danos sofridos, devendo este juízo sopesar que a indenização deve ser reduzida em sessenta por cento, haja vista que entendo que a conduta irresponsável do autor, ao colocar parcela de seu corpo para fora do veículo, fora a conduta determinante na ocorrência do acidente que o vitimou” concluiu o juiz, justificando assim sua decisão.</p>
<p>Processo nº: 0028029-97.2012.8.08.0048</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/tjes-homem-que-viajava-com-o-braco-para-fora-de-onibus-deve-ser-indenizado-apos-acidente/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></p>
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		<title>Exigência de teste aleatório do bafômetro em trabalhadores não caracteriza dano moral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 May 2017 17:16:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um motorista procurou a Justiça do Trabalho, alegando que foi submetido a injusto e grave constrangimento que atingiu sua honra e dignidade. Segundo ele, a empresa de engenharia onde trabalhou obrigava seus empregados a participarem de uma seleção para realizar teste do bafômetro e exame toxicológico com a finalidade de detectar eventual uso de bebidas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um motorista procurou a Justiça do Trabalho, alegando que foi submetido a injusto e grave constrangimento que atingiu sua honra e dignidade. Segundo ele, a empresa de engenharia onde trabalhou obrigava seus empregados a participarem de uma seleção para realizar teste do bafômetro e exame toxicológico com a finalidade de detectar eventual uso de bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes. O funcionário afirmou que o teste do bafômetro não observava as regras mínimas de higiene, porque os &#8220;canudinhos&#8221; eram de uso coletivo. Com base nesse contexto, pretendia receber uma indenização por danos morais.</p>
<p>O caso foi apreciado pelo juiz Adriano Antônio Borges, titular da 2ª Vara do Trabalho de Itabira. No entanto, o magistrado julgou improcedente o pedido, por considerar, inclusive, que não houve prova de que o profissional tenha sido submetido a testes do bafômetro, tampouco a exames toxicológicos.</p>
<p>De todo modo, o julgador deixou registrada profunda reflexão sobre a matéria, reflexão essa que vem sendo levantada também em outras ações. Ele disse se sentir incomodado diante da “dualidade típica da modernidade”. Ou seja, a objetivação da subjetividade. E explicou: “a partir da descoberta do sujeito, com Descartes, o que não é diferente com o Cristianismo, houve uma cisão em todo o pensamento, pois o mundo passou a ser dividido em sujeito e objeto e o homem em corpo e alma, dualidade que de certa forma desconforta o coração quando surge um conflito entre os dois polos. Com base nisso, diante dos perigos da subjetividade infinita e líquida e das denúncias &#8220;positivas&#8221; de Rosseau, o direito, maior invenção da humanidade, tencionando uma universalidade ética e cultural, entendeu melhor objetivar as ações humanas via positivação da lei, o que adianto, não é suficiente, mas estabelece padrões e princípios fundamentais para a convivência na terra e o controle do caos”.</p>
<p>Prosseguindo em sua reflexão, ponderou que essa cisão, “inscrita no coração da modernidade e na condição humana dos nossos tempos, não se limita ao sujeito e objeto e ao corpo e à alma, mas também se revela na dualidade fé e razão; moralidade e ciência; razão teórica e razão prática; sociedade e Estado; indivíduo e sociedade e por aí vai”.</p>
<p>Para o julgador, hoje, o maior desafio do direito talvez seja respeitar a legitimidade da ação observando a subjetividade do autor. O conflito, de acordo com a decisão, está exatamente na fronteira entre o preservar absolutamente a dignidade subjetiva e individual e o preservar objetivamente a saúde coletiva (produto da soma da &#8220;saúde&#8221; individual, difusa e social) e o meio ambiente do trabalho. O juiz lembrou que o risco de acidente e de morte é alto nas áreas da Vale, beneficiária dos serviços.</p>
<p>“Como &#8220;pastor de nuvens&#8221; que o Estado muitas vezes me obriga a ser, sem embargo dos ensinamentos filosóficos e cristãos acima consignados, recorro-me também aos princípios constitucionais, posto que a sabedoria dos nossos constituintes, como tenho dito por aí, agrada a Deus e a sociedade, notadamente quando preconiza que a higidez do meio ambiente do trabalho e a saúde coletiva são bens insuperáveis de um Estado Democrático de Direito”, destacou na sentença.</p>
<p>E foi, em seus próprios dizeres, “com o coração em paz e alma serena” que o magistrado deu razão para a exigência aleatória do uso do bafômetro e outras medidas que preservem a saúde individual, coletiva e social. Nessa direção, lembrou que o ser humano é um ser de ações e de responsabilidades consigo mesmo e com o outro.</p>
<p>O uso do bafômetro foi considerado válido para preservar o outro e a sociedade contra eventuais condutas provenientes do “vazio existencial que há em cada um de nós”. Ao finalizar, o magistrado ponderou que nenhuma dignidade é maior que a vida e a saúde do meio ambiente do trabalho e da coletividade. Na visão do juiz, por altruísmo, todo o trabalhador deveria se submeter espontaneamente ao bafômetro e aos demais exames exigidos pela empresa.</p>
<p>Com esses fundamentos, julgou improcedente o pedido de indenização por danos morais formulados. Cabe recurso da decisão.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.amodireito.com.br/2017/05/exigencia-de-teste-aleatorio-do.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">AmoDireito</a></p>
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