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	<title>Arquivos SUS - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
	<lastBuildDate>Fri, 08 Dec 2023 19:03:37 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos SUS - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Operadora deve ressarcir estado quando tratamento do SUS foi feito por ordem judicial</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/operadora-deve-ressarcir-tratamento-feito-pelo-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2023 19:03:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[assistência médica]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sistema único de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os planos de saúde podem ser obrigados a ressarcir o Sistema Único de Saúde (SUS) quando a rede pública tratar pessoas que tenham assistência médica privada, inclusive quando o procedimento foi garantido por ordem judicial. Com esse entendimento, a 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça deu provimento ao recurso especial para autorizar o estado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os planos de saúde podem ser obrigados a ressarcir o Sistema Único de Saúde (SUS) quando a rede pública tratar pessoas que tenham assistência médica privada, inclusive quando o procedimento foi garantido por ordem judicial.</p>



<p>Com esse entendimento, a 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça deu provimento ao recurso especial para autorizar o estado do Rio Grande do Sul a cobrar de uma operadora de plano de saúde por um tratamento só forneceu por conta de uma decisão judicial.</p>



<p>O paciente é beneficiário do plano de saúde, mas recorreu ao SUS e, sem sucesso, ajuizou ação para obtê-lo. O estado, posteriormente, foi buscar o ressarcimento, com base no artigo 32 da Lei dos Planos de Saúde (Lei 9.656/1998).</p>



<p>A norma,&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/2018-fev-7/plano-saude-ressarcir-sus-quando-trata-clientes-stf/">considerada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal</a>, prevê que as operadoras devem ressarcir os serviços de atendimento à saúde previstos nos respectivos contratos, quando prestados a seus consumidores e dependentes por integrantes do SUS.</p>



<p>O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul negou o pedido porque entendeu que “somente podem ser alvo de reembolso os procedimentos e os serviços prestados no âmbito do SUS, e não aqueles pagos por ordens judiciais”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Pode cobrar</strong></h4>



<p>Relator no STJ, o ministro Gurgel de Faria observou que a lei não faz qualquer ressalva quanto ao ressarcimento nas hipóteses em que os serviços do SUS foram prestados ao beneficiário do plano de saúde em cumprimento de ordem judicial.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O artigo admitiu, de maneira ampla, a possibilidade de ressarcimento do serviço prestado em instituição integrante do SUS, independentemente de fruição voluntária desse serviço ou se por determinação de qualquer juízo”, disse.</p>
</blockquote>



<p>Em sua análise, o estado também poderia se valer de ação judicial para cobrar diretamente o ressarcimento sem depender do procedimento administrativo pela Agência Nacional de Saúde (ANS), também previsto na lei.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=15390&amp;action=edit"><strong>TJSP: pai que não foi informado do batizado dos filhos será indenizado pela ex</strong></a></li>



<li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=15387&amp;action=edit"><strong>STJ: plano de saúde deve custear cirurgias de redesignação de gênero para mulher trans</strong></a></li>
</ul>



<p>Isso porque esse procedimento trata dos casos em que um segurado usa o SUS por razões de urgência ou emergência. Nessa situação, caberia à ANS definir o serviço prestado, calcular o valor devido, recolher essa verba da operadora e repassar ao Fundo Nacional de Saúde.</p>



<p>Como o caso concreto trata de uma ordem judicial que obrigou o estado a fornecer o tratamento, não faria sentido seguir o rito administrativo, já que a própria decisão já espelha todos os elementos necessários para definir o ressarcimento.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Penso que o procedimento administrativo (protagonizado pela ANS e com destinação final ao FNS) é uma das vias de ressarcimento (a prioritária, que atende os casos ordinários), mas não é o único meio de cobrança”, explicou Gurgel de Faria.</p>
</blockquote>



<p>“Ele não exclui a possibilidade de o ente federado, demandado diretamente pela via judicial, depois se valha da mesma via para cobrar os valores que foi obrigado diretamente a custear”, complementou. A votação na 1ª Turma foi unânime.</p>



<p><strong>Clique <a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2023/12/STJ_202101978287_tipo_integra_218542993.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> para ler o acórdão<br>REsp 1.945.959</strong></p>



<p><strong>Fonte: <a href="https://www.conjur.com.br/2023-dez-08/sus-pode-cobrar-do-plano-de-saude-por-tratamento-pago-por-ordem-judicial/">Conjur</a></strong></p>



<p><em>Tags: SUS, assistência médica privada</em>,<em> Plano de Saúde, advogado plano de saúde rj, advogado rj, advogado rio de janeiro, advogado saúde rj</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Médico que cobrou por cesariana no SUS é condenado por improbidade administrativa</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/condenado-medico-que-cobrou-por-cesariana-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Médico]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança]]></category>
		<category><![CDATA[condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Improbidade Administrativa]]></category>
		<category><![CDATA[médico]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tribunal não reconheceu a prescrição intercorrente. A 3ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo afastou a prescrição e condenou um médico por improbidade administrativa decorrente da cobrança de R$ 1 mil para a realização de uma cesariana e laqueadura de paciente atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). As sanções [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Tribunal não reconheceu a prescrição intercorrente.</h4>



<p>A 3ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo afastou a prescrição e condenou um médico por improbidade administrativa decorrente da cobrança de R$ 1 mil para a realização de uma cesariana e laqueadura de paciente atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). As sanções aplicadas foram a perda do montante cobrado, suspensão dos direitos políticos por oito anos, pagamento de multa civil no valor correspondente a três vezes o valor do acréscimo patrimonial e a proibição de contratar com Poder Público por dez anos.</p>



<p>A demanda foi proposta pelo Ministério Público de São Paulo contra o médico que, na condição de funcionário público, exigiu da paciente e de seu marido a quantia de R$ 1 mil para a realização do parto e laqueadura realizados em hospital público, sendo que somente a cesariana é coberta pelo SUS e o outro procedimento realizado de forma particular. Em primeiro grau o processo foi extinto, sem julgamento do mérito, devido ao reconhecimento da prescrição intercorrente dado à atualização na redação da Lei de Improbidade Administrativa.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=14535&amp;action=edit"><strong>Médico é condenado a pagar R$ 100 mil após operar olho errado e deixar idoso cego em MG</strong></a></li>



<li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=14532&amp;action=edit"><strong>Convênio deve fornecer medicação a criança com dermatite atópica grave</strong></a></li>
</ul>



<p>O relator do recurso, desembargador Kleber Leyser de Aquino, avaliou em seu voto não ser possível o reconhecimento da prescrição intercorrente já que o Supremo Tribunal Federal (STF) deixou claro que “o novo regime prescricional não tem retroatividade, sendo aplicado apenas a partir da publicação da lei”. Em relação ao mérito, o magistrado apontou que o réu não comprovou que o valor pago se referia apenas à laqueadura e completou que esse fosse o caso, “não poderia utilizar o aparato público, mantido com verbas públicas, para cobrar cirurgia particular”.</p>



<p>Também participaram do julgamento os desembargadores José Luiz Gavião de Almeida e Marrey Uint. A decisão foi unânime.</p>



<p><strong>Apelação nº 0002521-36.2019.8.26.0297</strong></p>



<p><strong>Fonte:<a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/medico-que-cobrou-por-cesariana-no-sus-e-condenado-por-improbidade-administrativa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p>Tags: SUS, Médico, cesariana, obstetra, gravidez, advogado direito médico rj, advogado plano de saúde rj, advogado médico rj, advogado rj</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Medicação off-label no SUS</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/medicacao-off-label-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2022 22:54:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[medicação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 22/03/2022 foi publicada a Lei 14.313 que inclui uma mudança um tanto quanto interessante no âmbito do SUS: a possibilidade de fornecimento de medicação off label (aquela que possui registro na ANVISA para uma finalidade, mas o médico prescreve para outra &#8211; &#8220;fora da bula&#8221;). Entretanto, para que isso ocorra, deverá ter parecer [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia 22/03/2022 foi publicada a Lei 14.313 que inclui uma mudança um tanto quanto interessante no âmbito do SUS: a possibilidade de fornecimento de medicação off label (aquela que possui registro na ANVISA para uma finalidade, mas o médico prescreve para outra &#8211; &#8220;fora da bula&#8221;).</p>



<p>Entretanto, para que isso ocorra, deverá ter parecer favorável da CONITEC (o órgão do Ministério da Saúde que avalia a incorporação de novas tecnologias ao SUS).</p>



<p>Até o momento só era permitido no Sistema Único de Saúde (SUS), medicamentos com uso autorizado pela Anvisa.</p>



<p>Agora isso mudou&#8230; mas, permanece a extrema importância que sejam demonstradas as evidências científicas sobre a eficácia e a segurança do medicamento para o novo uso, com padronização em protocolo estabelecido pelo Ministério da Saúde.</p>



<p>A partir da nova Lei, a distribuição de remédios terá como critério a especialização e a competência técnica requeridas na análise da matéria, e claro, será necessário, ao menos, a recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (CONITEC).</p>



<p>Segundo o governo federal &#8220;As novas medidas garantem maior acesso da população aos procedimentos atualizados para os tratamentos médicos. A proposta representa também um avanço para os pacientes que precisam de alternativas terapêuticas&#8221;.</p>



<p>Como se dará esta questão na prática, ainda não sabemos com precisão. A medida é importante ao preservar a autonomia do médico no momento de prescrever a medicação; mas ele deve estar atento para saber se já há parecer da CONITEC a respeito do uso.</p>



<p>Ponto de preocupação com a nova lei? O fato da ANVISA ficar à margem dessa questão. Em nota a Agência questionou a promulgação da Lei, informando que &#8220;A autorização e incorporação de uso não previsto em bula, sem o respaldo técnico científico e a adequada farmacovigilância, pode resultar em ônus ao sistema de saúde público e até mesmo às operadoras de planos de saúde, afetando o mercado nacional&#8221;.</p>



<p>E você, o que achou da nova lei ?? Será um avanço para o SUS, ou alguma forma de retrocesso?</p>



<p><strong>Fonte: <a href="https://www.instagram.com/p/CbvnQmQs29e/?utm_source=ig_web_copy_link" target="_blank" rel="noreferrer noopener">osvaldo_simoneli</a></strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aprovada proposta que destina 10% das multas de trânsito para tratamento de câncer de mama</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/proposta-destina-10-de-multas-para-tratamento-de-cancer-de-mama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jul 2021 00:01:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[Multa de Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a relatora, cerca de R$ 800 milhões poderiam ser repassados anualmente ao SUS A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5033/20, que destina 10% da arrecadação com multas de trânsito para as despesas com o tratamento de câncer de mama em hospitais públicos ou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Segundo a relatora, cerca de R$ 800 milhões poderiam ser repassados anualmente ao SUS</h4>



<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/703384-projeto-destina-10-das-multas-de-transito-a-tratamento-de-cancer-de-mama">Projeto de Lei 5033/20</a>, que destina 10% da arrecadação com multas de trânsito para as despesas com o tratamento de câncer de mama em hospitais públicos ou conveniados do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.camara.leg.br/midias/image/2021/07/img20210428132214534-768x503.jpg" alt="Reunião Deliberativa. Dep. Tereza Nelma(PSDB - AL)" width="768" height="503"/><figcaption>Deputada Tereza Nelma, relatora do projeto de lei</figcaption></figure>



<p>A relatora, deputada <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204466">Tereza Nelma (PSDB-AL)</a>, recomendou a aprovação ao constatar que cerca de R$ 800 milhões poderiam ser repassados anualmente ao SUS, de acordo com dados de 2020. “É um aporte considerável de recursos para diagnóstico e tratamento dessa doença que mutila e mata milhares de mulheres”, comentou.</p>



<p>A proposta, de autoria da deputada <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/178925">Rejane Dias (PT-PI)</a>, altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1997/lei-9503-23-setembro-1997-372348-norma-pl.html">Código de Trânsito Brasileiro</a> e a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1990/lei-8080-19-setembro-1990-365093-norma-pl.html">Lei Orgânica da Saúde</a>. Prevê ainda que o dinheiro das multas será depositado em parcelas mensais na conta do Ministério da Saúde.</p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/reajuste-para-planos-de-saude/">ANS define percentual negativo de reajuste para planos de saúde individuais</a></strong></p>



<p>Atualmente, o Código de Trânsito estabelece que a arrecadação com as multas deverá ser aplicada em sinalização, engenharia de tráfego e de campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito. Do total, 5% deverão ser repassados ao Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito.</p>



<p><strong>Tramitação</strong><br>O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>



<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>



<p><strong>Fonte: <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/784239-comissao-aprova-proposta-que-destina-10-das-multas-de-transito-para-tratamento-de-cancer-de-mama/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Câmara de Notícias</a></strong></p>



<p>Tags: tratamento de câncer de mama, plano de saúde, SUS, advogado rio de janeiro, advogado rj</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Teste do Pezinho será ampliado e detectará até 50 novas doenças</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/teste-do-pezinho-sera-ampliado-e-detectara-ate-50-novas-doencas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 May 2021 20:08:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[teste do pezinho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=7445</guid>

					<description><![CDATA[<p>Atualmente, o teste do pezinho abrange seis doenças Foi sancionada a&#160;Lei nº 14.154, que&#160;amplia para 50 o número de doenças rastreadas pelo Teste do Pezinho oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O exame, feito por meio da coleta de gotas de sangue dos pés de recém-nascidos, atualmente engloba apenas seis doenças. As seis doenças [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/teste-do-pezinho-sera-ampliado-e-detectara-ate-50-novas-doencas/">Teste do Pezinho será ampliado e detectará até 50 novas doenças</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Atualmente, o teste do pezinho abrange seis doenças</h5>



<p>Foi sancionada a&nbsp;<a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-n-14.154-de-26-de-maio-de-2021-322209993" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei nº 14.154</a>, que&nbsp;<strong>amplia para 50 o número de doenças rastreadas pelo Teste do Pezinho oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS)</strong>. O exame, feito por meio da coleta de gotas de sangue dos pés de recém-nascidos, atualmente engloba apenas seis doenças.</p>



<p>As seis doenças abrangidas atualmente são: fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, síndromes falciformes, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase.&nbsp;<strong>Com a nova lei, o exame passará a abranger 14 grupos de doenças</strong>. Essa ampliação ocorrerá de forma escalonada e caberá ao Ministério da Saúde estabelecer os prazos para implementação de cada etapa do processo.</p>



<p><strong>Na primeira etapa da ampliação do teste</strong> está prevista a inclusão de doenças relacionadas ao excesso de fenilalanina; patologias relacionadas à hemoglobina; e toxoplasmose congênita. <strong>Na segunda etapa</strong>, serão detectados: nível elevado de galactose no sangue; aminoacidopatias; distúrbio do ciclo de ureia; e distúrbios de betaoxidação de ácidos graxos.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Leia mais: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/clinica-e-medico-terao-de-indenizar-paciente-por-nao-entregar-resultado-prometido/">Clínica e médico terão de indenizar paciente por não entregar resultado prometido</a></h5>



<p><strong>Na terceira etapa</strong>, serão incluídas no Teste do Pezinho oferecido pelo SUS doenças que afetam o funcionamento celular, e, na&nbsp;<strong>quarta etapa</strong>, problemas genéticos no sistema imunológico.&nbsp;<strong>A partir da quinta etapa</strong>&nbsp;será testada também a atrofia muscular espinhal. As mudanças entram em vigor 365 dias após a publicação da lei.</p>



<figure class="wp-block-pullquote alignleft"><blockquote><p>O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, classificou a lei como uma “importante iniciativa do Poder Legislativo” que amplia benefícios à infância em todo o país. “Esse aumento [de 6 para 50 doenças detectadas] é muito expressivo e trará benefícios incontestes para nossa infância”, comemorou. Queiroga também lembrou que, atualmente, mais de 80% dos nascidos no Brasil fazem o Teste do Pezinho. “O SUS faz 2,4 milhões de testes anuais em mais de 28 mil locais, entre maternidades e Unidades Básicas de Saúde.”</p></blockquote></figure>



<p>A Primeira-dama da República, Michelle Bolsonaro, afirmou que pessoas que possuem doenças raras (algumas delas incluídas no Teste do Pezinho) ficaram “invisíveis” durante muitos anos, mas que o Governo Federal trabalha para mudar a realidade desses pacientes. “As doenças raras atingem de 6% a 8% da população mundial. No Brasil, esse número significa por volta de 14 milhões de pessoas, e 75% dos casos manifestam-se na infância, ou seja, o diagnóstico é fundamental para salvar vidas.”</p>



<figure class="wp-block-image is-style-default"><img decoding="async" src="https://www.gov.br/pt-br/noticias/saude-e-vigilancia-sanitaria/2021/05/teste-do-pezinho-sera-ampliado-e-detectara-ate-50-novas-doencas/infografico_govbr_teste_do_pezinho1.png" alt=""/></figure>



<p>Fonte: <a href="https://www.gov.br/pt-br/noticias/saude-e-vigilancia-sanitaria/2021/05/teste-do-pezinho-sera-ampliado-e-detectara-ate-50-novas-doencas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">GOV.br</a></p>



<p>Tags: Plano de saúde, teste do pezinho, recém nascido, SUS, advogado de plano de saúde RJ, advogado de plano de saúde no Rio de Janeiro</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Motorista bêbado terá que ressarcir SUS em caso de acidente</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/motorista-bebado-tera-que-ressarcir-sus-em-caso-de-acidente-de-transito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 May 2021 18:39:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente de Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[CTB]]></category>
		<category><![CDATA[Motorista Bêbado]]></category>
		<category><![CDATA[Ressarcimento]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre 70% e 80% das vítimas de acidentes de trânsito são atendidas pelo SUS e quem arca com o prejuízo é a sociedade. Acidente de trânsito &#8211; O Brasil deu mais um importante passo para reduzir as mortes provocadas pela combinação de bebida alcoólica e direção. As recentes alterações no Código de Trânsito endureceram a punição para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Entre 70% e 80% das vítimas de acidentes de trânsito são atendidas pelo SUS e quem arca com o prejuízo é a sociedade.</h5>



<p><strong>Acidente de trânsito</strong> &#8211; O Brasil deu mais um importante passo para reduzir as mortes provocadas pela combinação de bebida alcoólica e direção. As recentes alterações no <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/novo-codigo-de-transito-chega-esse-mes-veja-o-que-muda/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Código de Trânsito</a> endureceram a punição para motoristas alcoolizados que provocarem ferimentos e mortes, o Senado Federal aprovou o projeto de lei que obriga esses condutores a ressarcirem ao Sistema Único de Saúde (SUS) os custos das despesas médicas decorrentes do atendimento das vítimas. “Essa é uma importante vitória das entidades, da sociedade e de todos que atuam pela preservação de vidas no trânsito brasileiro”, afirma o diretor da Associação Mineira de Medicina do Tráfego (AMMETRA) e coordenador da Mobilização Nacional dos Médicos e Psicólogos Especialistas em Trânsito, Alysson Coimbra.</p>



<p>Na avaliação do médico, a medida é fundamental para ajudar a reduzir os acidentes e mortes provocadas por motoristas alcoolizados. “O Brasil é exemplo mundial no combate a esse problema. Quando estudos científicos comprovaram que o consumo de álcool ocupa as principais estatísticas de acidentes, entidades científicas forneceram as diretrizes para a criação da chamada Lei Seca”, conta Coimbra. Com o tempo, a legislação foi aprimorada de forma a minimizar cada vez mais a tolerância com esse crime.</p>



<p>De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 70% a 80% das vítimas de acidentes de trânsito são atendidas pelo SUS. Todos os anos, os acidentes de trânsito causam um prejuízo de R$ 220 bilhões aos cofres públicos. “Os prejuízos são ainda maiores se contabilizarmos a perda de força produtiva de jovens vitimados pelo trânsito e todo impacto que isso provoca na economia, Assistência Social e INSS”, completa o especialista.</p>



<p>Além da prisão para o motorista que provocar mortes ao beber e dirigir, multas mais rigorosas e sanções administrativas ampliaram a punição a quem cometer o crime. “Com esse projeto, fecha-se ainda mais o cerco aos motoristas que insistem em dirigir sob efeito de álcool e drogas, impondo a eles a responsabilidade de arcar com o prejuízo financeiro causado ao SUS e que hoje é pago por toda população”, reforça Coimbra.</p>



<p>Pela proposta, o condutor responderá civilmente pelas despesas do tratamento médico de terceiros quando for enquadrado penalmente pelos crimes de homicídio e lesão corporal em acidente de trânsito motivado por embriaguez ou consumo de outras drogas.</p>



<p>O PLS 32/2016, aprovado na forma de substitutivo apresentado pelo relator, senador Fabiano Contarato, segue para análise da Câmara dos Deputados. Em seu parecer, Contarato avalia que o objetivo é fazer justiça, impondo ao motorista criminoso um ônus suportado hoje por toda a sociedade.</p>



<p><strong>Autor: Alysson Coimbra</strong>, médico diretor da Associação Mineira de Medicina do Tráfego (AMMETRA) e coordenador da Mobilização Nacional dos Médicos e Psicólogos Especialistas em Trânsito.</p>



<p><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/motorista-bebado-tera-que-ressarcir-sus-em-caso-de-acidente" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p><em>Tags:  direito de trânsito, motorista, Motorista bêbado, SUS, advogado Detran RJ, advogado trânsito no Rio de Janeiro</em>, advogado de trânsito RJ</p>
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		<item>
		<title>Projeto cria rastreamento de vacinas e carteira digital de vacinação</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/projeto-cria-rastreamento-de-vacinas-e-carteira-digital-de-vacinacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 15:11:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[ministerio da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Único de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um projeto de lei recém apresentado no Senado cria processos de rastreamento de vacinas e soros no Sistema Único de Saúde (SUS) e uma carteira digital de vacinação. A proposta, do senador Eduardo Braga (MDB-AM), também dá transparência à distribuição territorial das vacinas no Brasil. Um dos objetivos do PL 5.217/2020 é evitar a interferência [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um projeto de lei recém apresentado no Senado cria processos de rastreamento de vacinas e soros no Sistema Único de Saúde (SUS) e uma carteira digital de vacinação. A proposta, do senador Eduardo Braga (MDB-AM), também dá transparência à distribuição territorial das vacinas no Brasil.</p>



<p>Um dos objetivos do <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/145490">PL 5.217/2020</a> é evitar a interferência na autonomia dos estados e no <a href="https://portalarquivos.saude.gov.br/campanhas/pni/">Programa Nacional de Imunizações</a> (PNI), do Ministério da Saúde, que já é&nbsp;considerado bastante eficiente pelo autor da proposta.</p>



<p>“Apesar disso, julgamos que se deve melhorar ainda mais as medidas de transparência e de acesso à informação no âmbito dos programas de vacinação, as ações de fiscalização e de controle da qualidade das vacinas e o monitoramento permanente de eventuais efeitos colaterais a elas”, justifica Braga.</p>



<p>No texto, o senador ressalta as questões sobre a eficácia e a segurança das vacinas para a covid-19, que têm sido motivo de preocupação e de polêmicas, especialmente com a recente suspensão temporária de estudos relativos a alguns imunizantes para a averiguação de possíveis efeitos colaterais.</p>



<p>Assim, o projeto acrescenta ao PNI a carteira digital de vacinação e a transparência e publicidade como novos procedimentos, necessários em razão da<a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/passageiros-devem-ser-reembolsados-por-voo-cancelado-devido-coronavirus/"> pandemia do coronavírus</a>.</p>



<p>O rastreamento se refere à cadeia de movimentação dos produtos utilizados no programa, da origem ao consumo, abrangendo as etapas de fabricação, importação, distribuição, transporte, armazenagem e dispensação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Carteira</strong></h3>



<p>A carteira de vacinação digital conterá a identificação do portador, as vacinas e os soros aplicados e pendentes, os fabricantes e lotes das vacinas e dos soros utilizados e os eventuais efeitos colaterais identificados.</p>



<p>Na vigência de estado de emergência em saúde pública no país, será dada ampla publicidade, na internet e em outros locais de fácil acesso, das informações sobre a distribuição dos lotes das vacinas e dos soros destinados ao controle da situação de emergência, da população alvo e de outras informações estabelecidas em regulamento.</p>



<p>“Acreditamos que essas medidas serão fundamentais para melhorar a qualidade do Programa Nacional de Imunizações, aumentar o controle social e diminuir as preocupações da população quanto à eficácia e segurança das vacinas, especialmente em períodos de emergência em saúde pública de importância nacional”, defendeu o senador.</p>



<p><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/11/23/projeto-cria-rastreamento-de-vacinas-e-carteira-digital-de-vacinacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Senado (abre numa nova aba)">Agência Senado</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Senadores pedem em manifesto que SUS distribua remédios à base de canabidiol</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/senadores-pedem-que-sus-distribua-remedios-a-base-de-canabidiol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2020 18:24:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[canabis]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[médico]]></category>
		<category><![CDATA[ministerio da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) apresentou ao Ministério da Saúde na sexta-feira (18) um manifesto sugerindo que o Sistema Único de Saúde (SUS) inclua os remédios à base de canabidiol (CBD), uma das substâncias da maconha (Cannabis sativa), na lista de medicamentos fornecidos gratuitamente aos pacientes que fazem uso desses produtos em seus tratamentos. Segundo o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) apresentou ao <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/cnj-e-ministerio-da-saude-tornam-obrigatoria-biometria-de-recem-nascidos/">Ministério da Saúde</a> na sexta-feira (18) um<a rel="noreferrer noopener" href="http://www12.senado.leg.br/noticias/infograficos/2020/09/manifesto" target="_blank"> manifesto</a> sugerindo que o Sistema Único de Saúde (SUS) inclua os remédios à base de canabidiol (CBD), uma das substâncias da maconha (<em>Cannabis sativa</em>), na lista de medicamentos fornecidos gratuitamente aos pacientes que fazem uso desses produtos em seus tratamentos.</p>



<p>Segundo o manifesto, que conta com o apoio de 28 senadores (<em><a href="http://www12.senado.leg.br/noticias/infograficos/2020/09/os-28-senadores-que-subscrevem-o-documento" target="_blank" rel="noreferrer noopener">veja a lista completa</a> ao lado</em>), com a anuência do Conselho Federal de Medicina (CFM), os médicos brasileiros têm feito a prescrição do uso do CBD, principalmente para tratar epilepsias refratárias em crianças e transtornos como esquizofrenia, mal de Parkinson e ansiedade, entre outros. O texto cita haver melhoras nesses pacientes, principalmente para a redução da frequência dos episódios de crise convulsiva.</p>



<p>O uso do medicamento foi liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas o custo ainda é muito elevado. Ele não é adquirido em farmácias convencionais. Quase sempre os pacientes precisam importar os remédios feitos com CBD ou adquiri-los de organizações voluntárias que manipulam a planta para extrair o óleo sem o devido respeito aos protocolos sanitários.</p>



<p>Girão lembrou que é obrigação do SUS prover a seus usuários assistência integral à saúde — com assistência farmacêutica incluída.</p>



<p>“Reconhecemos as necessidades das famílias, o alto custo dos produtos importados e, em alternativa ao enorme risco da permissão do plantio e o cultivo da Cannabis no território brasileiro, por isso pedimos a distribuição do medicamento a base de canabidiol pelo SUS”, disse o senador via Twitter.</p>



<p>O senador é contrário ao Projeto de Lei (PL) 399/2015, que busca viabilizar a comercialização de produtos e medicamentos que contenham extratos, substratos ou partes da planta Cannabis sativa em sua formulação e o cultivo da planta por pessoas jurídicas, em situações específicas. A proposta feita por Girão ao Ministério da Saúde busca dar uma alternativa a quem necessita usar a substância.</p>



<p><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/09/22/senadores-pedem-em-manifesto-que-sus-distribua-remedios-a-base-de-canabidiol" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Senado (abre numa nova aba)">Agência Senado</a></strong></p>
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		<item>
		<title>CAS aprova fim de carência de planos de saúde em casos de urgência</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/cas-aprova-fim-de-carencia-de-planos-de-saude-em-casos-de-urgencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2019 18:38:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[CAS]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Assuntos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Planos de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O usuário de planos de saúde pode ficar isento do cumprimento dos prazos de carência nos casos de urgência e emergência. O benefício é proposto no Projeto de Lei do Senado (PLS) 502/2017, aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) nesta quarta-feira (15). A proposta, da senadora Rose de Freitas (Pode-ES), altera a Lei dos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O usuário de <a rel="noreferrer noopener" aria-label="plano de saúde (abre numa nova aba)" href="https://costaqueirozadvogados.com.br/rescisao-unilateral-de-plano-de-saude-coletivo-so-e-valida-com-motivacao-idonea/" target="_blank">planos de saúde</a> pode ficar isento do cumprimento dos  prazos de carência nos casos de urgência e emergência. O benefício é  proposto no Projeto de Lei do Senado (PLS) <a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/131941">502/2017</a>, aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) nesta quarta-feira (15).</p>



<p>A proposta, da senadora Rose de Freitas (Pode-ES), altera a Lei dos Planos de Saúde (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9656.htm">Lei 9.656, de 1998</a>)
 para vedar mecanismos que dificultem o atendimento de urgência e 
emergência. A iniciativa também reduz para 120 dias o período de 
carência nas internações hospitalares.</p>



<p>Atualmente, os prazos máximos de carência definidos pela legislação 
são os seguintes: 24 horas, para atendimentos de urgência e emergência; 
300 dias, para parto; e 180 dias, para cirurgias.</p>



<p>Embora a fixação de períodos de carência proteja as operadoras contra
 eventuais abusos e fraudes do consumidor, Rose argumenta que essa 
restrição não pode inviabilizar o atendimento de saúde em circunstâncias
 excepcionais e imprevisíveis, que exijam solução imediata.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“É o caso das urgências e emergências, que, se não forem tratadas a  tempo, podem acabar por tornar inócua a finalidade primordial do  contrato celebrado entre as partes, qual seja, a de resguardar a saúde e  a vida”, destacou a autora do PLS 502/2017.</p></blockquote>



<p>O relator, senador Mecias de Jesus (PRB-RR), recomendou a aprovação 
do projeto. Ele considera injustificável o plano de saúde não cobrir um 
problema de saúde que surja nas primeiras 24 horas do contrato e exija 
pronta intervenção médica.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Retirar esse direito do usuário consumidor seria colocar em risco  sua vida ou incolumidade física. Evidentemente, não se trata de permitir  fraudes ao plano de saúde, que, no momento da contratação, poderá  verificar se o potencial consumidor está em situação de urgência ou  emergência previamente constituída”, ponderou.</p></blockquote>



<p>Mecias apresentou emenda de redação para retirar do texto a palavra 
“regulação”. Ele explicou que o termo poderia gerar interpretação dúbia e
 ser confundido com “proibir classificações de risco e priorização de 
pacientes em serviços de urgência e emergência”, o que poderia causar 
desorganização no atendimento.</p>



<p>Aprovado em caráter terminativo, caso não haja recurso da decisão da CAS, o projeto seguirá direto para a Câmara dos Deputados.</p>



<p><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Senado Federal (abre numa nova aba)" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/15/cas-aprova-fim-de-carencia-de-planos-de-saude-em-casos-de-urgencia?utm_source=Facebook&amp;utm_medium=MidiasSociaisSenado&amp;fbclid=IwAR03-sHKjup3zs5Kti1lScCZ8-1SgN67Q3hZ6EGyxz_jfGPrcUCkU_GrOb4" target="_blank"><strong>Senado Federal</strong></a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estado deve fornecer home care a idosa portadora de Alzheimer</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/estado-deve-fornecer-home-care-idosa-portadora-de-alzheimer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2018 00:12:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
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		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
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		<category><![CDATA[Costa Queiroz Advogados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão é da 7ª Câmara de Direito Público. A 7ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que o Poder Público deverá fornecer atendimento domiciliar (home care) a idosa portadora de Alzheimer. Sua curadora ingressou com ação solicitando tratamento domiciliar, com acompanhamento de enfermeiro 24 horas e tratamento fisioterápico [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><em>A decisão é da 7ª Câmara de Direito Público.</em></h3>
<p>A 7ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que o Poder Público deverá fornecer atendimento domiciliar (home care) a idosa portadora de Alzheimer. Sua curadora ingressou com ação solicitando tratamento domiciliar, com acompanhamento de enfermeiro 24 horas e tratamento fisioterápico três vezes por semana.</p>
<p>O Estado alegava que não possuía condições estruturais e financeiras para arcar com o atendimento e que o Município de Tanabi prestava o serviço de home care com financiamento do SUS.</p>
<p>Em seu voto, o relator do caso, desembargador Luiz Sergio Fernandes de Souza, afirmou o fato de o município fornecer o serviço não afasta a obrigação do Estado. “A atuação no campo das ações e serviços relativos à saúde envolve obrigação solidária, de sorte que à administrada é dado exigir a prestação de qualquer dos entes integrantes da Federação.”</p>
<p>O magistrado também destacou que “eventual problema orçamentário ou burocrático do Estado nem de longe se pode sobrepor às garantias e direitos fundamentais da pessoa humana”. E completou: “A autora trouxe aos autos relatórios médicos, cuja autoridade em nenhum momento foi contestada, dando conta das necessidades específicas da paciente, pelo que imprescindível se mostra a presença de profissionais especializados para atendimento domiciliar, tanto quanto a realização das sessões de fisioterapia prescritas”.</p>
<p>Participaram do julgamento os desembargadores Moacir Andrade Peres e Sérgio Coimbra Schmidt. A votação foi unânime.</p>
<p><b>Apelação nº 1001867-53.2016.8.26.0615</b></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/estado-deve-fornecer-home-care-a-idosa-portadora-de-alzheimer" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></p>
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